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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

KU KLUX KLAN A FILHA DA MAÇONARIA

 

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A Ku Klux Klan (também conhecida como KKK) pode ser considerada uma das organizações racistas mais atuantes e cruéis de toda a História. Durante o seu auge, por volta de 1920, a organização chegou a contabilizar mais de 4 milhões de membros.

A KKK tem origem no sul dos EUA, principalmente em estados como Texas e Mississipi. Possui uma ideologia política de extrema direita e prega a supremacia branca e o protestantismo, padrão conhecido também como WASP (sigla em inglês para protestantes brancos anglo-saxões).

Apesar de não ter mais a mesma força do passado, a Ku Klux Klan continuava viva e muito ligada a outras organizações racistas, com a dos neonazistas. Dessa aproximação, nasceu em 1997 a Imperial Klans of America (IKA). Essas novas versões da KKK apresentam algumas diferenças em relação à versão original. A principal é que a lista de ódios aumentou. Atualmente não apenas os negros são visados, mas também homossexuais, feministas, católicos, judeus, comunistas, imigrantes, entre outros.

As origens

É difícil falar sobre as origens e o desenvolvimento da Ku Klux Klan porque, desde a segunda metade do século XIX até os dias de hoje, vários grupos já se utilizaram do poder da marca do triplo K.

No entanto, o grupo original foi fundado em 1865 por um grupo de amigos da cidade de Pulaski, no Tennessee, após a derrota das tropas sulistas na Guerra da Secessão (1861-1865). A guerra civil, entre estados do Norte e do Sul dos EUA, resultou na libertação dos escravos negros que trabalhavam nas lavouras sulistas.

O objetivo desse grupo, composto por veteranos do exército confederado sulista, era impedir a integração social dos negros recém-libertados, não permitindo que estes, por exemplo, adquirissem terras ou obtivessem os direitos concedidos a outros cidadãos, como votar.

A origem do nome, cujo registro mais antigo é de 1867, deriva da palavra grega kuklos, que significa “círculo". Como a maioria dos membros fundadores da KKK tinha origem escocesa, cuja cultura estimula a formação de clãs, o nome da organização evoluiu para a forma atual ao separar a palavra kuklos, que gerou Ku Klux por aproximação de pronúncia, mais a palavra clan, que se tornou klan. Assim nasceu o temido triplo K.

O tradicional uniforme branco, formado por bata e capuz, também surgiu no final do século XIX. Existem algumas versões para a origem desse uniforme. Uma delas é a de que os membros da KKK queriam se parecer com fantasmas ou espíritos dos confederados mortos na Guerra de Secessão, que voltaram para atormentar os negros.

O crescimento da organização foi muito rápido. Em 1867, dois anos após sua fundação, a Ku Klux Klan já contava com aproximadamente 500 mil associados. Esse crescimento foi motivado pelos direitos que os ex-escravos estavam conquistando, como o direito ao voto, a frequentar estabelecimentos de ensino, entre outros.

A partir daí, as agressões do grupo começaram a ser voltar também para os políticos que garantiam esses direitos aos negros. O primeiro a sofrer com a intolerância da KKK foi o congressista James Hinds, assassinado por representantes da organização em 1868, após ter lutado pela aprovação de mais uma lei que garantia igualdade entre brancos e negros.

Após o assassinato de Hinds, muitos integrantes da KKK foram presos e pouco depois o governo norte-americano declarou oficialmente a Ku Klux Klan como um grupo terrorista. A organização foi extinta após a aprovação, pelo Senado dos EUA, de uma lei anti-KKK. Até este momento, a KKK já havia sido responsável por cerca de 4.600 mortes.

O ressurgimento da KKK

No início do século XX, a ameaça racista, que parecia enterrada, ressurgiu das cinzas. Esse ressurgimento ocorreu, em 1915, muito em função do lançamento do filme “O nascimento de uma nação”, baseado no livro “The clansmen”, de 1905, de autoria de Thomas Dixon Jr. O filme, dirigido por D.W. Griffin, abordava a questão da segregação racial e tratava os integrantes do grupo como heróis.



Pôster do filme
“O nascimento de uma nação”
Naquele mesmo ano, em Atlanta, um pregador metodista chamado William Joseph Simmons assistiu ao filme e resolveu reorganizar a Ku Klux Klan. O novo grupo foi criado como uma organização fraternal e lutou pelo domínio dos brancos protestantes sobre os negros, católicos, judeus e asiáticos, assim como outros imigrantes.



William Joseph Simmons
O grupo ficou famoso pelos linchamentos e outras atividades violentas contra seus "inimigos". Uma de suas marcas registradas era a utilização da cruz em chama. Chegou a ter 4 milhões de membros por volta de 1920, incluindo muitos políticos, mas foi perdendo popularidade durante a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial.

Na década de 1930, o Nazismo exerceu certa atração sobre a Ku Klux Klan, mas não passou disso. A aproximação com os alemães foi bruscamente encerrada na Segunda Guerra Mundial, depois do ataque japonês à base estadunidense de Pearl Harbor, quando muitos membros se alistaram no exército para lutar contra o "perigo amarelo".

Nos anos 50 a KKK ganhou novo fôlego com a aprovação de leis nos EUA contra a segregação racial em escolas e locais públicos. Em 1964, um atentado de autoria da Ku Klux Klan resultou na morte de três defensores dos direitos civis. Esse episódio foi retratado no filme Mississipi em chamas.

A Ku Klux Klan hoje

A maioria das pessoas e da mídia acredita que o mito dos homens de bata e capuz branco está definitivamente sepultado. Sem dúvida, a posse de Barack Obama como presidente dos EUA demonstra uma sociedade norte-americana muito menos preconceituosa.

No entanto, em novembro do ano passado, Thomas Robb, um pastor protestante que se auto-intitula diretor da KKK, declarou após a vitória do democrata que Obama era “só metade negro”.

Essa informação foi veiculada no site oficial da organização, em um texto assinado por Robb e intitulado América, nossa nação está sob o julgamento de Deus. Na declaração, Robb afirma, entre outras coisas, que “Obama se tornou o primeiro presidente mulato dos EUA, e não negro, já que ele não foi criado em um ambiente negro. Ele foi criado por sua mãe [branca]”.

Segundo ele, com essa eleição “o povo branco [dos EUA] vai perceber que é hora de se unir contra aqueles que odeiam seu modo de vida – estrangeiros e negros”.

Fonte: Texto do jornalista Sérgio Pereira Couto para a revista “Leituras da História”

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