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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

AMORAS AS FOLHAS DO CHÁ MILAGROSO


O Milagre do Chá de Folhas de AmorasRelato pessoal – Demorei para fazer essa postagem porque queria primeiramente me certificar de que minha melhora se deu mesmo por conta da inclusão desse chá no meu dia-a-dia. Agora, depois de 3 semanas tomando-o à toda hora (gelado), posso afirmar, sem nenhuma dúvida, de que ele realmente tem as propriedades que os japoneses relataram em seus estudos.
Eu estava atravessando um período de desânimo absoluto, faltava vontade para executar tarefas mínimas, e o pior era não ter mais aquela sensação natural de expectativa positiva, aquela esperança que brota em nosso íntimo quando temos um bom projeto e queremos colocá-lo em execução. Estava tão mal que, mesmo os meus projetos tendo sucesso e sendo elogiados, mesmo tudo dando certo e com a obtenção dos resultados, eu ainda estava mergulhada naquela falta de alegria, numa apatia tão grande que sequer conseguia desfrutar de minhas próprias realizações. A vida tinha se tornado um diário TANTO FAZ.
Então, desmotivada e sem esperar por melhoria, eu fui pesquisar na internet sobre esses sintomas, e me deparei com um link que afirmava que a folha de amora possuía 22 vezes mais cálcio que o leite. Duvidei. Mas me interessei por dois motivos; um porque detesto leite, preciso de cálcio e não confio em cápsulas ( tive péssima experiência com esses complexos vitamínicos caros, que chegaram a me causar paralisia temporária num dos braços), e segundo porque possuo um pé de amoras no quintal. Porque não experimentar?
Fui até o quintal e peguei logo dez folhas, lavei, mergulhei na maior panela que tenho em casa, que cabe uns cinco litros de água, deixei ferver e esfriar, coloquei num jarro e deixei gelar, pois não gosto de bebidas quentes. Adocei e tomei. Logo de cara me surpreendi como o gosto e cheiro, que era muito bom, apesar de que, durante a fervura, ter exalado um cheiro de peixe, do tipo sardinhas, que empestou a casa e havia me deixado bem receosa do seu gosto.
Logo no primeiro dia me senti bem, no fim da tarde estava estranhamente disposta, e ao olhar a paisagem, achei que o dia estava lindo. Isso pode parecer um comentário exagerado, e com intenção de fazer graça, mas não é; eu literalmente não achava mais a beleza na paisagem, olhava para o mar, para as montanhas e, embora sabendo de sua beleza, sabia que havia perdido a capacidade de me deleitar com ela. Será que foi o chá?
À noite, outra surpresa; eu dormi. Literalmente apaguei sem o auxílio da TV, que sempre deixava ligada pra me enfastiar e fazer adormecer. Eu dormi! E aí já acordei procurando pelo chá.
Fazem três semanas hoje. Voltei a correr, a ir à praia, e o mais importante, recuperei aquela expectativa interna de que tudo posso modificar. Eu me reencontrei comigo mesma. Sério!
E eu posso afirmar sem medo que vocês sentirão algum efeito também. Talvez mais, talvez menos, mas certamente sentirão, porque isso ocorreu com mais pessoas da minha família, e todos estamos viciados no chá agora. Experimentem! E de preferência, plantem uma amoreira, mesmo que seja num vaso, ao invés de comprarem cápsulas.
A eficácia testada e aprovada do Chá de Amora se deu primeiramente pelo Ministério da Saúde do Japão, vindo a ser divulgado pelo Canal de Tv Japonesa NHK, após analisadas as amostras das folhas da Amora Miura, pôde-se comprovar através de estudos que realmente ele tem efeitos poderosos para controle e prevenção sobre:
Diabetes: – Possui a DNJ, Inibidora da Taxa de Glicose com a liberação Natural de insulina;
Rins e Fígado: Melhora do funcionamento do Fígado e dos Rins, inibindo o acúmulo de gordura e colesterol nestes órgãos;
Osteoporose: Ele Possui 22 vezes mais cálcio que o leite, além de conter mais potássio, magnésio e ferro natural, proteína, fibra, zinco e levedura;
Obesidade: Inibe o acúmulo de gordura no corpo e aumenta o volume de gordura eliminada, inibindo principalmente o acúmulo de gordura nas vísceras, e evitando assim a obesidade;
Circulação Sanguínea: Através de melhora das taxas de colesterol e gorduras neutras no sangue;
Hipertensão: Efeito de normalização e de inibição de elevação arterial, por possuir o ácido y-aminobutírico (GABA), um hipotensor;
Regulador Hormonal (Menopausa): Regula os hormônios atuando com eficácia nos sintomas da menopausa;
Imunização ao Câncer: Segundo estudos e experiências as folhas da Amora tem propriedades que inibem o aparecimento/surgimento do Câncer;
Regulador dos Intestinos: Por possuir grande quantidade de fibras alimentares, facilita o trânsito intestinal e melhora da prisão de ventre. Ainda diminui os bacilos nocivos sem afetar os benéficos, mantendo a flora intestinal em boas condições.
Efeito bactericida: Estudos revelam que o Chá de Amora tem efeito de inibir a proliferação de fungos, bem como efeitos bactericida e anti-inflamatório;
Calvície: Além das propriedades apresentadas acima o Chá de Amora, auxilia o tratamento e prevenção à Calvície, revitalizando a circulação no couro cabeludo, rejuvenescendo os fios e  inibindo progressivamente a queda dos cabelos.
Aqui a tradução juramentada da pesquisa realizada no Japão.

Receita do chá de folhas de amora

O chá é um dos meios mais eficazes de absorver as propriedades benéficas à saúde contidas nas folhas e nos frutos, e o chá de folhas amora não fica atrás: suas propriedades medicinais são potencializadas na infusão.  Para fazê-lo é muito fácil, basta acompanhar os seguintes passos:
  1. Em uma panela de ferro coloque um litro de água e desligue o fogo assim que começar a ferver.
  2. Coloque a água em um recipiente e acrescente uma colher de sopa de folhas de amoreira secas.
  3. Quando estiver morno coe e beba sem adoçar.
O chá pode ser guardado na geladeira ou em uma garrafa térmica, por não mais que 24h. Não são conhecidas contraindicações do chá de folha de amora.
Participe também da discussão no Fórum Notícias Naturais!
Veja abaixo uma entrevista no programa “Saúde e Bem Estar mostra os benefícios do Chá de Amora Miúra”:
Veja ainda:
Chá de Amora Miura


Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/01/o-milagre-do-cha-de-folhas-de-amoras/#ixzz3NWmkg9yx

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

CACHORRO SEM O CORPO RESPONDE A ESTIMULOS

CIENTISTAS NA DECADA DE 40 DEIXARAM ESTE CÃO SOMENTE COM A CABEÇA E ELE REAGIU AOS ESTIMULOS NESTA EPOCA JA SE ESTUDAVA A PROPAGAÇÃO DA GRIPE SUINA H1N1 SE EM 1940 JA SE FAZIAM ESTES EXPERIMENTOS IMAGINEM HOJE CENAS  FORTES 




GRIPE H1Z1 CDC LANÇA MANUAL DE PREVENÇÃO

Agência de saúde  DCD CENTRAL DE CONTROLE DE DOENÇAS

 

dos EUA faz campanha contra apocalipse zumbi


Mortos-vivos foram usados pelo CDC como metáfora de emergências reais.
Pesquisadora diz que agência não teme epidemia de zumbis.

Capa da HQ sobre zumbis criada pela agência de saúde dos EUA (Foto: Reprodução)Capa da HQ sobre zumbis criada pela agência de
saúde dos EUA (Foto: Reprodução)
Uma pesquisa informal conduzida na internet indicou que 95% das pessoas que leram uma história em quadrinhos sobre um apocalipse zumbi se diziam preparadas para lidar com qualquer tipo de situação de emergência nos Estados Unidos. Os entrevistados afirmaram que sabiam como funcionaria a resposta do governo para uma epidemia, conseguiriam preparar um kit de emergência e saberiam como obter informações sobre prevenção e combate a qualquer ameaça. Tudo graças à HQ sobre mortos-vivos.

Por mais cultuados como fenômeno pop que os zumbis tenham se tornado, o tema ganhou contorno mais sério e foi usado como metáfora de ameaças reais pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças do governo dos Estados Unidos (CDC, na sigla original), que se baseou em ficções como a série “The Walking Dead” para criar sua campanha de informação mais bem-sucedida, incluindo um portal de informações e a HQ sobre o tema (veja aqui a HQ, em inglês).
“Este foi o primeiro projeto a se tornar realmente viral e atrair tanta atenção”, explicou Maggie Silver, pesquisadora do CDC e autora da campanha da agência americana que usou zumbis como metáfora, em entrevista ao G1.
“No começo, estávamos nervosos sobre como as pessoas veriam a campanha, mas zumbis foram uma ótima metáfora para emergências reais”, disse.
Segundo ela, a campanha mostrou que uma agência governamental pode ter senso de humor, mesmo ao abordar um assunto muito sério. “Pode ser a melhor forma de levar a informação para as pessoas e fazer com que elas se interessem pelo assunto”, disse.
Com os zumbis, ela explicou, foi possível levar para as pessoas a informação de que, “seja um apocalipse zumbi, um furacão ou um terremoto, o importante é estar preparado, pois isso pode ajudar na sobrevivência a emergências em geral”, disse.
Cena da história em quadrinhos criada pelo CDC, dos Estados Unidos (Foto: Reprodução)Cena da história em quadrinhos criada pelo CDC, dos Estados Unidos (Foto: Reprodução)
Viral
A campanha começou com um simples post no blog da agência americana. “O CDC sempre incentivou sua equipe a pensar ideias que ajudem a divulgar o trabalho da agência a divulgar importantes mensagens relacionadas a saúde”, explicou Silver. A referência bem-humorada chamou tanta atenção que o site da agência acabou criando uma página só para a questão dos zumbis, e publicou a história em quadrinhos sobre o tema.
A HQ dos zumbis gerou reação internacional, e muitos parceiros de agências de outros países passaram a procurar o CDC para entender como foi a campanha, disse Silver.
“Conseguimos atrair apoio internacional, e outras agências gostaram da ideia e decidiram usar zumbis em campanhas próprias.”
O principal foco da campanha é em prevenção de emergências e em preparação das pessoas para o caso de algo grave acontecer. “Estar preparado para qualquer emergência, seja um desastre natural, uma pandemia ou um evento com causas humanas ajuda muito. A preparação salva vidas, economiza dinheiro e facilita na recuperação. Quanto mais gente preparada, melhor é uma reação a qualquer tipo de emergência”, disse Silver.
Metáfora
Apesar da defesa de que estar consciente dos riscos de uma emergência é muito importante, Silver explicou que a agência dos EUA não espera que um vírus zumbi possa vir a existir de verdade.
“O CDC não está preocupado com um vírus zumbi, mas nos preocupamos com várias pandemias que aparecem a cada dia e focamos neste trabalho para proteger o público.”
Segundo ela, a metáfora foi a melhor forma de atrair a atenção do público para a importância de estar preparado e saber como reagir a outros tipos de pandemia.
Um dos principais exemplos de ameaça real com que a agência tem que lidar regularmente é a gripe suína, que se espalhou rapidamente por vários países dois anos atrás e criou tensão global.
“A gripe suína mostrou como um vírus pode se espalhar e se transformar em uma epidemia de forma rápida, espalhando medo pelo mundo. Temos que lidar com novos vírus o tempo todo, como aconteceu com a gripe suína dois anos atrás e como acontece de forma silenciosa em diferentes partes do mundo, até mesmo com surtos de ebola”, disse. Segundo Silver, a maior parte dos casos não se torna conhecida do público e é controlada em escalas locais, sem permitir que epidemias se espalhem.
“Na historia em quadrinhos, mostramos uma reação organizada e eficiente do CDC porque lidamos com coisas deste tipo todos os dias e realmente nos preparamos para saber como lidar com qualquer tipo de emergência e proteger as pessoas”, explicou.


 

GRIPE H1Z1 A GRIPE ZUMBI

Mutação do vírus H1N1 "Gripe Suína" (ZUMBI) H1Z1

Após as primeiras manifestações do H1Z1, uma mutação do vírus conhecido como da “Gripe Suína”, a situação em Londres tornou-se dramática. Imagens de cinegrafistas amadores, boa parte delas feitas com telefones celulares, foram resgatadas durante ações de unidades de desinfecção ao sul do Rio Tamisa. Os vídeos dão conta da heróica e desesperada resistência de um grupo de amigos refugiados no pub Winchester. Infelizmente, nenhum deles foi localizado pelas unidades especiais responsáveis pelo controle da epidemia na capital da Inglaterra. A evacuação de Londres, a capital mais afetada pelo H1Z1, continua. O número de vítimas é desconhecido.
O vírus H1Z1 é uma mutação do H1N1, mais conhecido como vírus da “Gripe Suína”. Ainda não compreendido pela comunidade acadêmica liderada pela Organização Mundial da Saúde, o H1Z1 demonstrou a capacidade de ressuscitar os infectados duas horas após o falecimento. O comportamento das vítimas é descrito como extremamente agressivo.

Houve um pequeno surto de "Zumbisismo" em Londres devido á uma mutaçção do Vírus H1N1 á nova linhagem: H1Z1.
Similar á assustadora original encontrada no Camboja em 2005, vitimas da nova linhagem da Gripe Suína (Virus S1N1) foram detectadas em Londres.
Após a morte, este virus pode "religar" o coração da vítima após 2 horas de sua morte inicial da pessoa, aonde o indivíduo começa a agir de formas de extrema violência de modo que é acreditado como sendo a combinação de Danos cerebrais e uma química lançada no sangue durante a "ressurreição".
A "World Health Organization" (WHO) criou o alerta á fase 6, o maior nível, e consultou pessoas do governo para ativar planos de contingência de Pandemia.
No Mexico, o epicentro do surto, o Presidente Felipe Calderon clamou ás pessoas para ficarem em casa nos próximos cinco dias.
CASOS CONFIRMADOS
Map
Mexico: 168 mortes suspeitas - oito confirmadas - 12 zumbis
US: uma morte, pelo menos 91 casos confirmados
New Zealand: 13 casos confirmados
Canada: 19 casos confirmados
UK: 5 casos confirmados
Spain: 10 casos confirmados
Germany: 3 casos confirmados
Israel, Costa Rica: 2 casos confirmados entre
Holanda, Suíça, Austria, Peru: 1 caso confirmado
Há mutios casos em qualquer lugar - incluindo os Estados Unidos, Canadá, America Latina, Europa, Israel, e Nova Zelandia.
O correspondente da saúde da BBC, Mark McGrith, diz que o aumento do alerta do "WHO" na quarta-feira sugere que uma epidemia global, ou pandemica, é iminente.
Nos últimos desenvolvimentos:
  • Foi confirmado na Holanda (Netherlands) o primeiro caso da gripe suína de zumbi, em um garoto de 3 anos de idade que retornou recentemente do México. Após morrer esta manhã, ele acordou de sua morte e atacou sua mãe.
  • Ghana se tornou o último país a banir importações de porcos como uma precaução á Gripe Suína, logo que nenhum caso foi encontrado no país do Oeste Africano.
  • O Ministério da Saúde da China diz que os cientistas do país criaram um "sensível e rápido" teste para apontar a Gripe Suína em conjunto com os cientistas dos Estados Unidos e o pessoal da "WHO". O país não relatou nenhum incidente de Gripe Suína até o momento. Seus métodos, contudo, foram ineficazes em identificar a linhagem do S1Z1.
No Encontro dos Ministros da Saúde em Luxemburgo, uma proposta da França por uma viagem de consulta pelo continente inteiro pelo México será discutido.

SINTOMAS - O QUE FAZER
Os sintomas da Gripe Suína são simlares aos produzidos epla Gripe Sazonal - febre, tosse, garganta ferida, dores no corpo, arrepios e fatiga.
Se você tem sintomas de gripe e visitou recentemente areas afetadas do México, você deve consultar um médico.
Se houve rsuspeitas de que você está infectado(a), deve ficar em casa e se aconselhar por telefone inicialmente, afim de diminuir os riscos de infecções.
Se você sentir que irá falecer, então avise se sua força e vigor estão voltando á um número alarmante, por fazor tente restringir-se para prevenir infecção e poder proteger os outros.
Não está muito claro se os executivos da União Européia tem poder para proibir a viagem.
Muitos países restringiram viagens ao México e muitas operadoras de vôo cancelaram férias.
Outros membros estão resistindo ás chamadas para implementar proibições de viagens ou fechar as fronteiras, com o fundamento - apoiada pela OMS - que há poucas provas da sua eficácia.
Os ministros da UE também irá tentar chegar a acordo sobre a como chamar o novo vírus.
A Comissão Europeia tem chamado de "novela da gripe", substituindo a palavra "suína", para evitar uma queda na demanda levou a carne de porco e bacon.
Na quarta-feira, o Egito começou um abate maciço de seus porcos - apesar de a OMS dizer que o vírus agora só é transmitido de 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

GALINHA PINTADINHA O LADO OCULTO

GALINHA PINTADINHA, NÃO DEIXEM DE LER !!!
GOSTARIA DA ATENÇÃO DE TODOS PARA LEREM ESSE POST SOBRE A GALINHA PINTADINHA.
(FATO OCORRIDO COM UMA MULHER, SEU FILHO E SEU SOBRINHO)
Meu filho tem 7 meses e meio e meu sobrinho vai fazer 10 meses . Como toda boa mãe e tia sempre procuro agrada-los em tudo e um dia ao perceber o quanto gostavam de assistir no Youtube a Galinha Pintadinha passamos a deixa-los ver todos os dias, pois era um alívio quando ouvíamos o (pó pó pó). Crianças hipnotizadas sem dar um pingo de trabalho . Meu filho a tinha em pelúcia e só de ver já começa a rir .
Com gripe, bronquite, laringite, faringite, suspeita de pneumonia e asma precisávamos fazer inalação nos dois bebês e só aquietavam ao som da Galinha Pintadinha.
Um dia porém meu irmão chegou em minha casa dizendo que um dos personagens da turma (mestre André) é o Zé Pelintra (pesquisem e verão que se trata da mesma 'pessoa'). Comecei a procurar tradução pra uma musica que sempre me deixou desconfiada 'FLI FLAI FLU' foi então o espanto, em quase todos os idiomas FLU significa gripe e em vários idiomas as palavras tem traduções que se referem como quem diz '' Voa mosca da gripe pelo ar e entre pelas narinas o tumulo esta a vista''
em algumas traduções tbm fala sobre uma desestabilização e administração e ainda traduzido do latim tem uma ordem de que seja NO PRAZO DE 11 VEZES .
Ainda tenho pesquisado, mas aqui em casa não entra mais Galinha Pintadinha .
Parem pra pensar no que mudou na vida de vocês desde a chegada dessa turma, as musicas que descobri até agora são: Mestre André, Pai Francisco, FLI FLAI FLU e a dos elefantes (reparem que depois de cantar dos 10 elefantes uma voz diz: ai que inferno)
Depois de orar e repreender a paz voltou a minha casa .
Não precisam acreditar basta pesquisar como eu fiz, o que seus filhos tem visto e ouvido ! Vale a pena e não custa .
Fica a minha dica .
Que Deus possa ser a calma e a paz das nossas casas e que todo mal lançado sobre nossas crianças seja repreendido em nome do Senhor Jesus !
A Bíblia tem historias lindas, reais e abençoadoras :
Provérbios 22:6 "Ensina a criança o caminho que deve andar e ainda quando for velho, não se desviará dele.”
Deus Abençoe a Todos.

DOENÇAS E SUAS SUTILIDADES

Como a medicina da doença funcionaAos 30 anos, você tem uma depressãozinha, uma tristeza meio persistente: prescreve-se FLUOXETINA. A Fluoxetina dificulta seu sono. Então, prescreve-se CLONAZEPAM, o Rivotril da vida. O Clonazepam o deixa meio bobo ao acordar e reduz sua memória. Volta ao doutor.
Ele nota que você aumentou de peso. Aí, prescreve SIBUTRAMINA. A Sibutramina o faz perder uns quilinhos, mas lhe dá uma taquicardia incômoda. Novo retorno ao doutor. Além da taquicardia, ele nota que você, além da “batedeira” no coração, também está com a pressão alta. Então, prescreve-lhe LOSARTANA e ATENOLOL, este último para reduzir sua taquicardia.
Você já está com 35 anos e toma: Fluoxetina, Clonazepam, Sibutramina, Losartana eAtenolol. E, aparentemente adequado, um “polivitamínicos” é prescrito. Como o doutor não entende nada de vitaminas e minerais, manda que você compre um “Polivitamínico de A a Z” da vida, que pra muito pouca coisa serve. Mas, na mídia, Luciano Huck disse que esse é ótimo. Você acreditou, e comprou. Lamento!
Já se vão R$ 350,00 por mês. Pode pesar no orçamento. O dinheiro a ser gasto em investimentos e lazer, escorre para o ralo da indústria farmacêutica. Você começa a ficar nervoso, preocupado e ansioso (apesar da Fluoxetina e do Clonazepam), pois as contas não batem no fim do mês. Começa a sentir dor de estômago e azia. Seu intestino fica “preso”.
Vai a outro doutor. Prescrição: OMEPRAZOL + DOMPERIDONA + LAXANTE “NATURAL”. Os sintomas somem, mas só os sintomas, apesar da “escangalhação” que virou sua flora intestinal. Outras queixas aparecem. Dentre elas, uma é particularmente perturbadora: aos 37 anos, apenas, você não tem mais potência sexual. Além de estar “brochando” com frequência, tem pouquíssimo esperma e a libido está embaixo dos pés.
Para o doutor da medicina da doença, isso não é problema. Até manda você escolher o remédio: SILDANAFIL, TADALAFIL, LODENAFIL ou VARDENAFIL, escolha por pim-pam-pum. Sua potência melhora, mas, como consequência, esses remédios dão uma tremenda dor de cabeça, palpitação, vermelhidão e coriza. Não há problema, o doutor aumenta a dose do ATENOLOL e passa uma NEOSALDINA para você tomar antes do sexo. Se precisar, instila um “remedinho” para seu corrimento nasal, que sobrecarrega seu coração.
Quando tudo parecia solucionado, aos 40 anos, você percebe que seus dentes estão apodrecendo e caindo. (entre nós, é o antidepressivo). Tome grana pra gastar com o dentista. Nessa mesma época, outra constatação: sua memória está falhando bem mais que o habitual. Mais uma vez, para seu doutor, isso não é problema: GINKGO BILOBA é prescrito
Nos exames de rotina, sua glicose está em 110 e seu colesterol em 220. Nas costas da folha de receituário, o doutor prescreve METFORMINA + SINVASTATINA. “É para evitar Diabetes e Infarto”, diz o cuidador de sua saúde(?!). Aos 40 e poucos anos, você já toma:FLUOXETINA, CLONAZEPAM, LOSARTANA, ATENOLOL, POLIVITAMÍNICO de A a Z, OMEPRAZOL, DOMPERIDONA, LAXANTE “NATURAL”, SILDENAFIL, VARDENAFIL, LODENAFIL ou TADALAFIL, NEOSALDINA (ou “Neusa”, como chamam), GINKGO BILOBA, METFORMINA SINVASTATINA (convenhamos, isso está muito longe de ser saudável!). Mil reais por mês! E sem saúde!!!
Entretanto, você ainda continua deprimido, cansado e engordando. O doutor, de novo. Troca a Fluoxetina por DULOXETINA, um antidepressivo “mais moderno”. Após dois meses você se sente melhor (ou um pouco “menos ruim”). Porém, outro contratempo surge: o novo antidepressivo o faz urinar demoradamente e com jato fraco. Passa a ser necessário levantar duas vezes à noite para mijar. Lá se foi seu sono, seu descanso extremamente necessário para sua saúde. Mas isso é fácil para seu doutor: ele prescreve TANSULOSINA, para ajudar na micção, o ato de urinar. Você melhora, realmente, contudo… não ejacula mais. Não sai nada!
Vou parar por aqui. É deprimente. Isso não é medicina. Isso não é saúde.
Essa história termina com uma situação cada vez mais comum: a DERROCADA EM BLOCO da sua saúde. Você está obeso, sem disposição, com sofrível ereção e memória e concentração deficientes. Diabético, hipertenso e com suspeita de câncer. Dentes: nem vou falar. O peso elevado arrebentou seu joelho (um doutor cogitou até colocar uma prótese). Surge na sua cabeça a ideia maluca de procurar um CIRURGIÃO BARIÁTRICO, para “reduzir seu estômago” e um PSICOTERAPEUTA para cuidar de seu juízo destrambelhado é aconselhado.
Sem grana, triste, ansioso, deprimido, pensando em dar fim à sua minguada vida e… DOENTE, muito doente! Apesar dos “remédios” (ou por causa deles!!).
A indústria farmacêutica? “Vai bem, obrigado!”, mais ainda com sua valiosa contribuição por anos ou décadas. E o seu doutor? “Bem, obrigado!”, graças à sua doença (ou à doença plantada passo-a-passo em sua vida).

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

FEMA LISTA DOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

FEMA LISTA DOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO A FEMA NO BRASIL ESTA CAMUFLADA PELA SIGIA E.M.F.A EXERCITO MARINHA  FORÇAS ARMADAS 
























quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

IGREJA PRESBITERANA DO DIVINO ELVIS

A fé de Elvis Presley


Elvis Presley, que completaria 70 anos em 2005, teve sua vida e carreira marcadas pela fé evangélica
Para quem não viveu fora do planeta Terra nos últimos 50 anos, o nome de Elvis Presley é referência obrigatória em música. Astro maior do showbiz mundial numa época em que celebridades não eram fabricadas pela mídia, o mítico cantor americano foi um dos principais protagonistas da revolução de costumes que marcou as décadas de 1950 e 60. Elvis, que completaria 70 anos em 2005 – ele morreu em 1977, em condições até hoje insuficientemente esclarecidas –, é uma das mais conhecidas personalidades da história contemporânea. O que nem sempre é dito é que Elvis Aaron Presley era também um evangélico, ao menos por formação. E crente pentecostal, para ser mais exato, já que foi criado pela família na igreja Assembléia de Deus. Ele passou toda a infância e adolescência ouvindo hinos de louvor e aprendendo as Escrituras. Aparentemente paradoxal para alguém que foi tido como ousado, transgressor, rebelde e profano, a fé protestante foi um traço que marcou a vida e a trajetória do ídolo.
Dono de carisma inigualável e voz de timbre inconfundível, Elvis Presley arrebatou milhões de fãs com seu talento fora de série. Arquétipo do jovem transgressor, ele distribuía beijos entre as mocinhas histéricas e seus belos traços físicos lhe valeram a inevitável imagem de símbolo sexual. Extravagante no visual e nos gestos, seus rebolados no palco, que lhe valeram apelido de “Elvis, o Pélvis”, aterrorizaram a conservadora família americana de meados do século passado. Contudo, sua vida pessoal guardava nítida influência da fé que ele nunca escondeu. Em quase todas suas aparições públicas, o artista fazia questão de enfatizar sua confiança em Deus, expressa nas canções religiosas que marcaram os melhores momentos de sua carreira. Esse lado evangélico de Elvis Presley, muito conhecido mas pouco compreendido, é o pano de fundo de Tocou-me – A música gospel de Elvis Presley, DVD duplo que acaba de ser lançado por aqui e mostra o homem religioso por trás do mito.
A espiritualidade do rei do rock até hoje é alvo das mais diversas especulações. Seria Elvis um homem genuinamente convertido ao Evangelho? Teria mantido uma vida aos pés de Cristo, apesar de seu envolvimento com as coisas do mundo, como se diz no jargão dos crentes? São perguntas que até hoje, passados 28 anos de sua morte, ninguém consegue responder. O fato inegável é que a experiência evangélica marcou a carreira do rei do rock. Sua discografia registra onze trabalhos de conteúdo exclusivamente sacro, com destaque para os álbuns His hand in mine (“Sua mão sobre mim”), How greath thou art (“Quão grande és tu”) e He touched me (“Tocou-me”). Alguns dos mais famosos hinos do cancioneiro protestante acompanharam Elvis durante toda sua carreira. E que carreira – a indústria que se formou em torno de seu nome não pára de crescer. Especula-se que a venda de seus discos já ultrapassou casa de um bilhão de cópias, feito jamais alcançado por outro artista em toda a história da indústria fonográfica. Segundo a revista americana Forbes, especializada em negócios, Elvis ainda hoje é o artista morto que mais vende discos no mundo.
Nascido em 8 de janeiro de 1935 na cidadezinha de Tupelo, Mississipi, sul dos Estados Unidos, Elvis Aaron Presley era filho de um casal de operários muito pobres. Suas primeiras lembranças eram dos cultos que a família freqüentava assiduamente. Tempos difíceis, em que os únicos momentos de enlevo em meio à dura rotina não só para os Presley, mas para toda a aquela comunidade formada de caipiras e negros, eram as celebrações na igreja. Educado na rigidez protestante da época, o pequeno Elvis conheceu a Bíblia e aprendeu todas as canções de cor. O garoto ficava fascinado com os spirituals e blues dos vocais negros. Foi ali que ele arriscou os primeiros acordes no violão e começou a desenvolver sua voz, tentando imitar os coristas. Acabou sendo infinitamente melhor que eles. Elvis Presley teve uma carreira meteórica. Em 1953, com apenas 18 anos, sua genialidade foi descoberta. Naquele ano, ele teve seu primeiro sucesso, That’s all right, tocado em todas as rádios dos Estados Unidos. O ritmo musical e o estilo de Elvis eram novidade na época. Foi da fusão de blues, jazz, country e spiritual que nasceu o ritmo que marcaria a segunda metade do século 20: o rock’n’roll.
Influência – Pode-se dizer que Elvis foi decisivamente influenciado por um estilo musical então no apogeu: a música gospel do sul dos EUA, cuja expressão máxima foram os quartetos The Statesman e Blackwood Brothers, além da lenda J.D.Summer. Já no auge do sucesso, o astro contratou o quarteto gospel The Jordanaires para acompanhá-lo no backing vocal. A escolha teve tanto razões pessoais quanto técnicas. Elvis confessava-se fã do grupo e sonhava ter seu próprio quarteto. Além disso, pesou na decisão a fé dos integrantes. Junto com os Jordanaires, Elvis passava horas de puro êxtase afiando o vozeirão com música sacra. Mas foi em 1957 que Elvis começou a dar vazão artística à sua espiritualidade, gravando o compacto duplo Peace in the valley (“Paz no vale”), tendo em seu repertório quatro hinos religiosos tradicionais. Na época, a gravadora RCA Victor ficou contrariada, mas não quis entrar em atrito com seu maior astro.
Peace in the valley era a canção preferida de Gladys, a mãe de Elvis, morta em 1958. O jovem artista, então com 23 anos de idade, viu-se de uma hora para outra sem chão – a mãe foi a mais decisiva influência pessoal e espiritual de toda a sua vida. Foi ela que o levou a dar os primeiros passos na fé cristã e o incentivou a passar pelo batismo nas águas. A proximidade entre ambos foi ainda mais intensa pelo fato de Elvis ser filho único, já que seu irmão gêmeo, Jesse, não sobreviveu ao parto. Boa parte dos biógrafos do cantor atribuem à morte de Gladys o trauma que acabou levando-o à decadência, duas décadas mais tarde. As imagens do sepultamento da mãe registram as cenas mais pungentes do ídolo, com o olhar perdido e abraçado ao pai, Vernon, à beira do túmulo. A orfandade prematura acentuou ainda mais a solidão que Elvis nunca conseguiu superar. Ele jamais se recuperou da perda da mãe.
Se no íntimo Elvis nutria sentimentos que o aniquilavam, tais fantasmas jamais interferiram na sua genialidade. A forma como se preparava para as sessões de gravação e as apresentações era um tanto inusitada. Nos intervalos, para manter o aquecimento da voz, ele e sua banda só entoavam canções evangélicas. Uma performance durante a interpretação de Peace in the valley no programa de Ed Sullivam gerou controvérsia nacional – como aceitar que um moço mundano daqueles cantasse hinos de louvor a Deus? Certa ocasião, um executivo da RCA ficou encarregado de comandar algumas rodadas de gravações em substituição ao produtor de Elvis, Steve Sholes, que ficara doente. Quando a trupe começou a entoar gospel no estúdio, o executivo interrompeu a farra. Disse que aquele não era momento para brincadeiras, mas sim de trabalho duro, pois a hora do estúdio era muito cara. Irritado, o astro chamou seus acompanhantes e abandonou a gravação. Resultado: o executivo foi demitido e, novamente com Sholes, Elvis Presley continuou fazendo o que mais gostava: cantar gospel com seus amigos.
Mesmo já tendo alcançando o estrelato, Elvis alimentava o sonho de gravar um álbum inteiro só de músicas religiosas. Em 1960 ele bancou a idéia, sob a reprovação de seu empresário Tom Parker e de sua gravadora, que temia o risco de prejuízos financeiros. Assim nasceu o LP His hand in mine (“Sua mão sobre mim”), produzido e supervisionado pelo próprio Elvis, para quem o álbum era uma homenagem à sua mãe. Com uma referência que lhe era tão cara, o artista devotou ao disco todo o seu talento. Ele próprio selecionou as músicas e participou de todos os arranjos e direção musical. Aquele era o seu disco, e Elvis não permitiu ingerência de ninguém. O resultado foi, nas suas próprias palavras, “um trabalho de amor”. Na verdade, foi muito mais que isso. His hand is mine se transformou num enorme sucesso, a ponto de Elvis ter afirmado que aquele havia sido o trabalho do qual sentia mais orgulho.
Volta por cima – Ao mesmo tempo que influenciava o público com as mensagens cristãs de suas músicas, Elvis Presley vivia numa dicotomia, pois seu comportamento e atitudes eram consideradas profanos demais. Em pouco tempo, atraiu a oposição enfurecida da Igreja da época. Pais protestantes, escandalizados com aquela “dança do demônio”, proibiam seus filhos de assisti-lo ou mesmo ouvir suas canções pelo rádio. Pastores estimulavam os fiéis a queimar os discos em praça pública. Por volta de 1967, a carreira de Elvis deu uma guinada para baixo. Suas músicas já não empolgavam, e o artista estava mais envolvido em projetos duvidosos como os filmes que protagonizou no papel de mocinho cantante. Por outro lado, as vendagens de seus discos despencavam à medida que artistas como os Rolling Stones e os Beatles estouravam nas paradas. A contracultura, então no apogeu da trilogia “sexo, drogas e rock’n’roll”, preferia astros mais transgressores do que aquele “filhinho da mamãe” que cantava músicas recheadas de romantismo e mensagens de fé em Deus.
Elvis foi alertado por seus agentes de que estava numa encruzilhada: ou optava por uma mudança ou poderia precipitar o fim de sua carreira. Sua resposta foi a produção do magnífico How great thou art, outro disco gospel. Sua interpretação do célebre cântico cristão é considerada perfeita. O sucesso foi tanto que Elvis ganhou o seu primeiro prêmio Grammy, o oscar da música, por este trabalho. Era a volta por cima do rei do rock, curiosamente alavancado por um álbum de temática estritamente religiosa. Aquele ano de 1967 foi marcado também pelo seu casamento com Priscila, que duraria até 1973 e lhe deu sua única filha, Lisa Marie Presley.
Com a popularização da TV, Elvis passou a ser o que hoje se chamaria de artista global. Seus shows encantavam fãs em todos os continentes. Todavia, os anos 70 trariam a decadência do mito. Foi uma fase conturbada de sucessivos eventos, badalações, shows mal-sucedidos, estresse, noites mal dormidas e uso descontrolado de medicamentos. Elvis tornou-se um consumidor voraz de antidepressivos, barbitúricos, controladores de pressão e remédios para dormir. A hipocondria mudou até seu aspecto. Antes celebrado pela beleza e porte atlético, o astro engordou 50 quilos e se tornou uma figura patética. Depressivo, passou a viver grande parte do templo recluso em Graceland, sua mansão cinematográfica em Memphis, ignorando a idolatria que o mundo lhe devotava – sentimento que, aliás, ele sempre fez questão de desestimular. “O único rei que existe é Jesus Cristo”, dizia aos fãs mais afoitos.
Ainda assim, dava freqüentes mostras de sua religiosidade, até mesmo como válvula de escape diante da amargura que sentia. Conta-se que numa madrugada fria, Elvis, atormentado pela insônia, foi encontrado tocando repetidas vezes a canção gospel How great thou art. “Estava me sentindo sozinho”, justificou. Mesmo no ocaso, Elvis ainda conquistou mais dois Grammys. Um pelo álbum He touched me, lançado em 1972, e outro pela fenomenal interpretação da música How great thou art, num show realizado em Memphis em 1974. Muitos acreditam que a dependência química de Elvis era causada por drogas psicóticas como a cocaína, o que nunca foi comprovado. Sabe-se, entretanto, que o cantor consumia remédios de todo tipo – a necropsia em seu corpo encontrou indícios de pelo menos oito substâncias. Elvis morreu em Graceland no dia 16 de agosto de 1977. A notícia chocou o mundo e provocou comoção nacional nos Estados Unidos. Nos seus últimos momentos, Elvis vinha lendo o livro A procura científica pela face de Jesus, numa sugestiva metáfora do que possivelmente lhe passava pela alma.
“Desígnios de Deus” – Em todo caso, quem repete o bordão “Elvis não morreu” não está, de modo algum, mentindo. Afinal, o mito permanece vivo através de sua extensa obra e até hoje continua polêmico, sobretudo quando o assunto é sua espiritualidade. Muita gente insiste em afirmar que Elvis pagou com a alma o preço da fama. “Ele estava no lugar errado, na hora errada, e os resultados foram catastróficos”, vaticinou ninguém menos que Rick Stanley, irmão de criação de Elvis e pastor evangélico nos Estados Unidos, no livro Preso numa armadilha. Segundo ele, o cantor conhecia muito pouco o Evangelho, apesar de criado na igreja. “A fama o impediu de viver uma vida cristã produtiva e feliz’, observa. Stanley conta que Elvis vivia uma crise de conteúdos que o levou a procurar conhecimento em outras religiões como o espiritismo: “Ele enveredou por esse caminho através de seu cabeleireiro Larry Geller, nos anos 60. Esse choque de convicções religiosas tornou-se presente até o fim de sua vida”.
O pastor e músico brasileiro Nelson Bomilcar – um dos expoentes de renovação da música evangélica brasileira no fim dos anos 60, e portanto contemporâneo de Elvis Presley – acha que o rei do rock viveu uma crise de coerência com as verdades em que cria. “Ele foi seduzido pelas tentações do sucesso, afastando-se de Deus e das Escrituras Sagradas”, aponta. Para ele, isso pode ser em parte explicado pelo sistema no qual vivia. “O mercado fonográfico cobrava muito dele. Elvis tornou-se uma fonte de dinheiro”. Opinião diferente, é claro, têm os inúmeros fã-clubes que até hoje veneram o ídolo, inclusive no Brasil. Há até agremiações evangélicas entre os elvismaníacos. É o caso do Elvis Gospel Fã-Club, de Florianópolis (SC). Com mais de 20 mil sócios, o clube tem por objetivo anunciar o Evangelho aos fãs de Elvis Presley. “Temos conquistado almas para Cristo dessa forma”, afirma João Batista Delfino, presidente da entidade. Segundo ele, muitas pessoas têm sido tocadas pelas mensagens contidas nas cartas e boletins que o clube publica contendo letras de músicas traduzidas do superstar. Outra coisa que o fã-clube procura fazer é manter a admiração a Elvis dentro dos limites cristãos. “Lutamos contra a idolatria elvística, que ele próprio rejeitava”, diz Delfino. No exterior, tal sentimento tem levado a absurdos. Há até seitas para adorá-lo (ver quadro). Quanto à carreira gospel de Elvis, o admirador acredita que ela foi significativa: “Seu sucesso e carisma influenciaram milhões de fãs através da música cristã que incluía em seus shows”.
O comerciante Laerte Machado, também evangélico e fã ardoroso de Elvis, é membro da Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. Ele faz parte do fã-clube secular Gang Elvis of Brazil, cuja sede fica em Santo André, região metropolitana da capital paulista. Para ele, o legado de Elvis para a música evangélica é tremendo. “Elvis foi o primeiro popstar mundial a gravar discos apenas com músicas gospel, a ponto de ganhar prêmios e discos de ouro em reconhecimento a seu trabalho musical cristão”. “A forma como Elvis interpretava as canções religiosas levaram a várias conversões”, aposta. Para Laerte, um fato aponta para uma provável conversão de Elvis ao Evangelho. Um pouco antes de morrer, vivendo momentos de depressão, Elvis teria pedido a presença do pastor e amigo Rex Humbard em seu camarim. Ali, o popstar perguntou ao ministro se, caso Jesus voltasse naquela hora, subiria com ele. O pastor respondeu que, se desejasse isso de todo o coração, a resposta era sim. O cantor começou a chorar e disse que era isso o que queria. “Elvis não era nenhum santo, mas procurou pautar sua vida nos desígnios de Deus”, encerra o fã. (Colaborou Carlos Fernandes)
Discografia gospel
Elvis Presley gravou 11 discos de música gospel ao longo de sua carreira, entre compactos e LPs, além das dezenas de álbuns produzidos após a sua morte.
Peace in the valley (1967) – Compacto duplo
His hand in mine (1960) – Álbum
Criyng in the chapel /I believe in the Man in the sky (1965) – Single
Joshua fit the battle/Know only to Him (1966) – Single
Milky White way/Swing down Sweet Chariot (1966) – Single
How greath thou art (1967) – Álbum
You’ll never walk alone/ We call on Him (1968) – Single
His hand in mine/How great thou art (1969) – Single
He touched me (1972) – Álbum
He touched me/Boson of Abraham (1972) – Single
If you talk in your sleep/Help me (1974) – Single
O delírio dos presleyterianos
Para alguns fãs de Elvis, a paixão pelo ídolo não conhece limites. Nos Estados Unidos, há fãs que crêem que o astro não era somente humano, mas divino. São os presleyterianos, gente que cultua a memória do mito e até mantêm templos em sua honra. Todos os anos, no dia do aniversário de Elvis – 8 de janeiro – multidões de devotos fazem peregrinações até a mansão Graceland, em Memphis, no estado americano do Tennessee, onde vivia o artista. O local, que abriga seu túmulo, é considerado sagrado para eles. Em Denver, no Colorado, funciona a Primeira Igreja Presleyteriana de Elvis, o Divino. Seu fundador, Karl Edwards, até propôs ao Congresso americano a instituição de um feriado nacional dedicado a Elvis. Há casos de fãs que se consideram realmente sacerdotes de Elvis e fazem de tudo para se parecer com o ídolo. Não são poucos os casos de cirurgias plásticas a que se submetem na tentativa de adquirir feições parecidas com as do rei do rock. Já a Primeira Igreja dos Imitadores de Elvis, que tem templos em Memphis e Las Vegas, costuma celebrar casamentos em que o oficiante, caracterizado como Elvis no fim de carreira, canta Viva Las Vegas, um dos seus maiores sucessos. Para o fá Robert Campbell, Elvis Presley é uma espécie de messias: “Ele é o único filho gerado que Deus nos prometeu enviar”, delira. Os presleyterianos costumam relatar aparições do ídolo e até milagres atribuídos a ele.
O homem por trás do mito
Crentes ou não, os fãs de Elvis Presley têm uma oportunidade e tanto para conhecer mais sobre a trajetória cristã do astro. Acaba de chegar às lojas Tocou-me – A música gospel de Elvis Presley, DVD em dois volumes lançados no Brasil pela Bompastor para celebrar o 70º aniversário de nascimento do rei do rock. Num documentário primoroso produzido pela Coming Home Music, o espectador pode mergulhar no homem por trás do mito. A infância, a família, a formação cristã e a fulgurante carreira de Elvis emergem com tons nítidos de um bem fundamentado trabalho de pesquisa baseado em gravações e depoimentos de pessoas que conviveram com ele. Amigos, pastores e artistas falam com emoção do maior ícone pop de seu tempo. O trabalho aponta para um Elvis piedoso, que via suas músicas como veículo para expressar a própria dependência de Deus – caso de Paz no vale, a preferida de sua mãe. No DVD, fica clara a importância que Gladys Presley teve em sua vida. A discografia completa, os maiores shows e também os momentos de intimidade não passam em branco em Tocou-me. Alguns dos melhores momentos são os improvisos gospel de Elvis e seus companheiros de banda nos bastidores. O espectador vai se surpreender também com o relato da cura divina de uma das backing vocals de Elvis – milagre atribuído pela própria à oração que o amigo fez dentro do camarim. Mas o melhor dos álbuns são as magistrais interpretações de sucessos como Quão grande és tu. Não há como não se emocionar diante da contrição com que Elvis Presley cantava alguns dos mais tradicionais hinos evangélicos.
Tocou-me – A música gospel de Elvis Presley (volumes 1 e 2) Direção: Michael Merriman Apresentação: Sander Vanocur Duração: 90 minutos cada volume Bompastor www.bompastor.com.br (11) 3346-2000
Claiton Cesar
Jornalista da revista Eclésia

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