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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

FEMA LISTA DOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

FEMA LISTA DOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO A FEMA NO BRASIL ESTA CAMUFLADA PELA SIGIA E.M.F.A EXERCITO MARINHA  FORÇAS ARMADAS 
























quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

IGREJA PRESBITERANA DO DIVINO ELVIS

A fé de Elvis Presley


Elvis Presley, que completaria 70 anos em 2005, teve sua vida e carreira marcadas pela fé evangélica
Para quem não viveu fora do planeta Terra nos últimos 50 anos, o nome de Elvis Presley é referência obrigatória em música. Astro maior do showbiz mundial numa época em que celebridades não eram fabricadas pela mídia, o mítico cantor americano foi um dos principais protagonistas da revolução de costumes que marcou as décadas de 1950 e 60. Elvis, que completaria 70 anos em 2005 – ele morreu em 1977, em condições até hoje insuficientemente esclarecidas –, é uma das mais conhecidas personalidades da história contemporânea. O que nem sempre é dito é que Elvis Aaron Presley era também um evangélico, ao menos por formação. E crente pentecostal, para ser mais exato, já que foi criado pela família na igreja Assembléia de Deus. Ele passou toda a infância e adolescência ouvindo hinos de louvor e aprendendo as Escrituras. Aparentemente paradoxal para alguém que foi tido como ousado, transgressor, rebelde e profano, a fé protestante foi um traço que marcou a vida e a trajetória do ídolo.
Dono de carisma inigualável e voz de timbre inconfundível, Elvis Presley arrebatou milhões de fãs com seu talento fora de série. Arquétipo do jovem transgressor, ele distribuía beijos entre as mocinhas histéricas e seus belos traços físicos lhe valeram a inevitável imagem de símbolo sexual. Extravagante no visual e nos gestos, seus rebolados no palco, que lhe valeram apelido de “Elvis, o Pélvis”, aterrorizaram a conservadora família americana de meados do século passado. Contudo, sua vida pessoal guardava nítida influência da fé que ele nunca escondeu. Em quase todas suas aparições públicas, o artista fazia questão de enfatizar sua confiança em Deus, expressa nas canções religiosas que marcaram os melhores momentos de sua carreira. Esse lado evangélico de Elvis Presley, muito conhecido mas pouco compreendido, é o pano de fundo de Tocou-me – A música gospel de Elvis Presley, DVD duplo que acaba de ser lançado por aqui e mostra o homem religioso por trás do mito.
A espiritualidade do rei do rock até hoje é alvo das mais diversas especulações. Seria Elvis um homem genuinamente convertido ao Evangelho? Teria mantido uma vida aos pés de Cristo, apesar de seu envolvimento com as coisas do mundo, como se diz no jargão dos crentes? São perguntas que até hoje, passados 28 anos de sua morte, ninguém consegue responder. O fato inegável é que a experiência evangélica marcou a carreira do rei do rock. Sua discografia registra onze trabalhos de conteúdo exclusivamente sacro, com destaque para os álbuns His hand in mine (“Sua mão sobre mim”), How greath thou art (“Quão grande és tu”) e He touched me (“Tocou-me”). Alguns dos mais famosos hinos do cancioneiro protestante acompanharam Elvis durante toda sua carreira. E que carreira – a indústria que se formou em torno de seu nome não pára de crescer. Especula-se que a venda de seus discos já ultrapassou casa de um bilhão de cópias, feito jamais alcançado por outro artista em toda a história da indústria fonográfica. Segundo a revista americana Forbes, especializada em negócios, Elvis ainda hoje é o artista morto que mais vende discos no mundo.
Nascido em 8 de janeiro de 1935 na cidadezinha de Tupelo, Mississipi, sul dos Estados Unidos, Elvis Aaron Presley era filho de um casal de operários muito pobres. Suas primeiras lembranças eram dos cultos que a família freqüentava assiduamente. Tempos difíceis, em que os únicos momentos de enlevo em meio à dura rotina não só para os Presley, mas para toda a aquela comunidade formada de caipiras e negros, eram as celebrações na igreja. Educado na rigidez protestante da época, o pequeno Elvis conheceu a Bíblia e aprendeu todas as canções de cor. O garoto ficava fascinado com os spirituals e blues dos vocais negros. Foi ali que ele arriscou os primeiros acordes no violão e começou a desenvolver sua voz, tentando imitar os coristas. Acabou sendo infinitamente melhor que eles. Elvis Presley teve uma carreira meteórica. Em 1953, com apenas 18 anos, sua genialidade foi descoberta. Naquele ano, ele teve seu primeiro sucesso, That’s all right, tocado em todas as rádios dos Estados Unidos. O ritmo musical e o estilo de Elvis eram novidade na época. Foi da fusão de blues, jazz, country e spiritual que nasceu o ritmo que marcaria a segunda metade do século 20: o rock’n’roll.
Influência – Pode-se dizer que Elvis foi decisivamente influenciado por um estilo musical então no apogeu: a música gospel do sul dos EUA, cuja expressão máxima foram os quartetos The Statesman e Blackwood Brothers, além da lenda J.D.Summer. Já no auge do sucesso, o astro contratou o quarteto gospel The Jordanaires para acompanhá-lo no backing vocal. A escolha teve tanto razões pessoais quanto técnicas. Elvis confessava-se fã do grupo e sonhava ter seu próprio quarteto. Além disso, pesou na decisão a fé dos integrantes. Junto com os Jordanaires, Elvis passava horas de puro êxtase afiando o vozeirão com música sacra. Mas foi em 1957 que Elvis começou a dar vazão artística à sua espiritualidade, gravando o compacto duplo Peace in the valley (“Paz no vale”), tendo em seu repertório quatro hinos religiosos tradicionais. Na época, a gravadora RCA Victor ficou contrariada, mas não quis entrar em atrito com seu maior astro.
Peace in the valley era a canção preferida de Gladys, a mãe de Elvis, morta em 1958. O jovem artista, então com 23 anos de idade, viu-se de uma hora para outra sem chão – a mãe foi a mais decisiva influência pessoal e espiritual de toda a sua vida. Foi ela que o levou a dar os primeiros passos na fé cristã e o incentivou a passar pelo batismo nas águas. A proximidade entre ambos foi ainda mais intensa pelo fato de Elvis ser filho único, já que seu irmão gêmeo, Jesse, não sobreviveu ao parto. Boa parte dos biógrafos do cantor atribuem à morte de Gladys o trauma que acabou levando-o à decadência, duas décadas mais tarde. As imagens do sepultamento da mãe registram as cenas mais pungentes do ídolo, com o olhar perdido e abraçado ao pai, Vernon, à beira do túmulo. A orfandade prematura acentuou ainda mais a solidão que Elvis nunca conseguiu superar. Ele jamais se recuperou da perda da mãe.
Se no íntimo Elvis nutria sentimentos que o aniquilavam, tais fantasmas jamais interferiram na sua genialidade. A forma como se preparava para as sessões de gravação e as apresentações era um tanto inusitada. Nos intervalos, para manter o aquecimento da voz, ele e sua banda só entoavam canções evangélicas. Uma performance durante a interpretação de Peace in the valley no programa de Ed Sullivam gerou controvérsia nacional – como aceitar que um moço mundano daqueles cantasse hinos de louvor a Deus? Certa ocasião, um executivo da RCA ficou encarregado de comandar algumas rodadas de gravações em substituição ao produtor de Elvis, Steve Sholes, que ficara doente. Quando a trupe começou a entoar gospel no estúdio, o executivo interrompeu a farra. Disse que aquele não era momento para brincadeiras, mas sim de trabalho duro, pois a hora do estúdio era muito cara. Irritado, o astro chamou seus acompanhantes e abandonou a gravação. Resultado: o executivo foi demitido e, novamente com Sholes, Elvis Presley continuou fazendo o que mais gostava: cantar gospel com seus amigos.
Mesmo já tendo alcançando o estrelato, Elvis alimentava o sonho de gravar um álbum inteiro só de músicas religiosas. Em 1960 ele bancou a idéia, sob a reprovação de seu empresário Tom Parker e de sua gravadora, que temia o risco de prejuízos financeiros. Assim nasceu o LP His hand in mine (“Sua mão sobre mim”), produzido e supervisionado pelo próprio Elvis, para quem o álbum era uma homenagem à sua mãe. Com uma referência que lhe era tão cara, o artista devotou ao disco todo o seu talento. Ele próprio selecionou as músicas e participou de todos os arranjos e direção musical. Aquele era o seu disco, e Elvis não permitiu ingerência de ninguém. O resultado foi, nas suas próprias palavras, “um trabalho de amor”. Na verdade, foi muito mais que isso. His hand is mine se transformou num enorme sucesso, a ponto de Elvis ter afirmado que aquele havia sido o trabalho do qual sentia mais orgulho.
Volta por cima – Ao mesmo tempo que influenciava o público com as mensagens cristãs de suas músicas, Elvis Presley vivia numa dicotomia, pois seu comportamento e atitudes eram consideradas profanos demais. Em pouco tempo, atraiu a oposição enfurecida da Igreja da época. Pais protestantes, escandalizados com aquela “dança do demônio”, proibiam seus filhos de assisti-lo ou mesmo ouvir suas canções pelo rádio. Pastores estimulavam os fiéis a queimar os discos em praça pública. Por volta de 1967, a carreira de Elvis deu uma guinada para baixo. Suas músicas já não empolgavam, e o artista estava mais envolvido em projetos duvidosos como os filmes que protagonizou no papel de mocinho cantante. Por outro lado, as vendagens de seus discos despencavam à medida que artistas como os Rolling Stones e os Beatles estouravam nas paradas. A contracultura, então no apogeu da trilogia “sexo, drogas e rock’n’roll”, preferia astros mais transgressores do que aquele “filhinho da mamãe” que cantava músicas recheadas de romantismo e mensagens de fé em Deus.
Elvis foi alertado por seus agentes de que estava numa encruzilhada: ou optava por uma mudança ou poderia precipitar o fim de sua carreira. Sua resposta foi a produção do magnífico How great thou art, outro disco gospel. Sua interpretação do célebre cântico cristão é considerada perfeita. O sucesso foi tanto que Elvis ganhou o seu primeiro prêmio Grammy, o oscar da música, por este trabalho. Era a volta por cima do rei do rock, curiosamente alavancado por um álbum de temática estritamente religiosa. Aquele ano de 1967 foi marcado também pelo seu casamento com Priscila, que duraria até 1973 e lhe deu sua única filha, Lisa Marie Presley.
Com a popularização da TV, Elvis passou a ser o que hoje se chamaria de artista global. Seus shows encantavam fãs em todos os continentes. Todavia, os anos 70 trariam a decadência do mito. Foi uma fase conturbada de sucessivos eventos, badalações, shows mal-sucedidos, estresse, noites mal dormidas e uso descontrolado de medicamentos. Elvis tornou-se um consumidor voraz de antidepressivos, barbitúricos, controladores de pressão e remédios para dormir. A hipocondria mudou até seu aspecto. Antes celebrado pela beleza e porte atlético, o astro engordou 50 quilos e se tornou uma figura patética. Depressivo, passou a viver grande parte do templo recluso em Graceland, sua mansão cinematográfica em Memphis, ignorando a idolatria que o mundo lhe devotava – sentimento que, aliás, ele sempre fez questão de desestimular. “O único rei que existe é Jesus Cristo”, dizia aos fãs mais afoitos.
Ainda assim, dava freqüentes mostras de sua religiosidade, até mesmo como válvula de escape diante da amargura que sentia. Conta-se que numa madrugada fria, Elvis, atormentado pela insônia, foi encontrado tocando repetidas vezes a canção gospel How great thou art. “Estava me sentindo sozinho”, justificou. Mesmo no ocaso, Elvis ainda conquistou mais dois Grammys. Um pelo álbum He touched me, lançado em 1972, e outro pela fenomenal interpretação da música How great thou art, num show realizado em Memphis em 1974. Muitos acreditam que a dependência química de Elvis era causada por drogas psicóticas como a cocaína, o que nunca foi comprovado. Sabe-se, entretanto, que o cantor consumia remédios de todo tipo – a necropsia em seu corpo encontrou indícios de pelo menos oito substâncias. Elvis morreu em Graceland no dia 16 de agosto de 1977. A notícia chocou o mundo e provocou comoção nacional nos Estados Unidos. Nos seus últimos momentos, Elvis vinha lendo o livro A procura científica pela face de Jesus, numa sugestiva metáfora do que possivelmente lhe passava pela alma.
“Desígnios de Deus” – Em todo caso, quem repete o bordão “Elvis não morreu” não está, de modo algum, mentindo. Afinal, o mito permanece vivo através de sua extensa obra e até hoje continua polêmico, sobretudo quando o assunto é sua espiritualidade. Muita gente insiste em afirmar que Elvis pagou com a alma o preço da fama. “Ele estava no lugar errado, na hora errada, e os resultados foram catastróficos”, vaticinou ninguém menos que Rick Stanley, irmão de criação de Elvis e pastor evangélico nos Estados Unidos, no livro Preso numa armadilha. Segundo ele, o cantor conhecia muito pouco o Evangelho, apesar de criado na igreja. “A fama o impediu de viver uma vida cristã produtiva e feliz’, observa. Stanley conta que Elvis vivia uma crise de conteúdos que o levou a procurar conhecimento em outras religiões como o espiritismo: “Ele enveredou por esse caminho através de seu cabeleireiro Larry Geller, nos anos 60. Esse choque de convicções religiosas tornou-se presente até o fim de sua vida”.
O pastor e músico brasileiro Nelson Bomilcar – um dos expoentes de renovação da música evangélica brasileira no fim dos anos 60, e portanto contemporâneo de Elvis Presley – acha que o rei do rock viveu uma crise de coerência com as verdades em que cria. “Ele foi seduzido pelas tentações do sucesso, afastando-se de Deus e das Escrituras Sagradas”, aponta. Para ele, isso pode ser em parte explicado pelo sistema no qual vivia. “O mercado fonográfico cobrava muito dele. Elvis tornou-se uma fonte de dinheiro”. Opinião diferente, é claro, têm os inúmeros fã-clubes que até hoje veneram o ídolo, inclusive no Brasil. Há até agremiações evangélicas entre os elvismaníacos. É o caso do Elvis Gospel Fã-Club, de Florianópolis (SC). Com mais de 20 mil sócios, o clube tem por objetivo anunciar o Evangelho aos fãs de Elvis Presley. “Temos conquistado almas para Cristo dessa forma”, afirma João Batista Delfino, presidente da entidade. Segundo ele, muitas pessoas têm sido tocadas pelas mensagens contidas nas cartas e boletins que o clube publica contendo letras de músicas traduzidas do superstar. Outra coisa que o fã-clube procura fazer é manter a admiração a Elvis dentro dos limites cristãos. “Lutamos contra a idolatria elvística, que ele próprio rejeitava”, diz Delfino. No exterior, tal sentimento tem levado a absurdos. Há até seitas para adorá-lo (ver quadro). Quanto à carreira gospel de Elvis, o admirador acredita que ela foi significativa: “Seu sucesso e carisma influenciaram milhões de fãs através da música cristã que incluía em seus shows”.
O comerciante Laerte Machado, também evangélico e fã ardoroso de Elvis, é membro da Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. Ele faz parte do fã-clube secular Gang Elvis of Brazil, cuja sede fica em Santo André, região metropolitana da capital paulista. Para ele, o legado de Elvis para a música evangélica é tremendo. “Elvis foi o primeiro popstar mundial a gravar discos apenas com músicas gospel, a ponto de ganhar prêmios e discos de ouro em reconhecimento a seu trabalho musical cristão”. “A forma como Elvis interpretava as canções religiosas levaram a várias conversões”, aposta. Para Laerte, um fato aponta para uma provável conversão de Elvis ao Evangelho. Um pouco antes de morrer, vivendo momentos de depressão, Elvis teria pedido a presença do pastor e amigo Rex Humbard em seu camarim. Ali, o popstar perguntou ao ministro se, caso Jesus voltasse naquela hora, subiria com ele. O pastor respondeu que, se desejasse isso de todo o coração, a resposta era sim. O cantor começou a chorar e disse que era isso o que queria. “Elvis não era nenhum santo, mas procurou pautar sua vida nos desígnios de Deus”, encerra o fã. (Colaborou Carlos Fernandes)
Discografia gospel
Elvis Presley gravou 11 discos de música gospel ao longo de sua carreira, entre compactos e LPs, além das dezenas de álbuns produzidos após a sua morte.
Peace in the valley (1967) – Compacto duplo
His hand in mine (1960) – Álbum
Criyng in the chapel /I believe in the Man in the sky (1965) – Single
Joshua fit the battle/Know only to Him (1966) – Single
Milky White way/Swing down Sweet Chariot (1966) – Single
How greath thou art (1967) – Álbum
You’ll never walk alone/ We call on Him (1968) – Single
His hand in mine/How great thou art (1969) – Single
He touched me (1972) – Álbum
He touched me/Boson of Abraham (1972) – Single
If you talk in your sleep/Help me (1974) – Single
O delírio dos presleyterianos
Para alguns fãs de Elvis, a paixão pelo ídolo não conhece limites. Nos Estados Unidos, há fãs que crêem que o astro não era somente humano, mas divino. São os presleyterianos, gente que cultua a memória do mito e até mantêm templos em sua honra. Todos os anos, no dia do aniversário de Elvis – 8 de janeiro – multidões de devotos fazem peregrinações até a mansão Graceland, em Memphis, no estado americano do Tennessee, onde vivia o artista. O local, que abriga seu túmulo, é considerado sagrado para eles. Em Denver, no Colorado, funciona a Primeira Igreja Presleyteriana de Elvis, o Divino. Seu fundador, Karl Edwards, até propôs ao Congresso americano a instituição de um feriado nacional dedicado a Elvis. Há casos de fãs que se consideram realmente sacerdotes de Elvis e fazem de tudo para se parecer com o ídolo. Não são poucos os casos de cirurgias plásticas a que se submetem na tentativa de adquirir feições parecidas com as do rei do rock. Já a Primeira Igreja dos Imitadores de Elvis, que tem templos em Memphis e Las Vegas, costuma celebrar casamentos em que o oficiante, caracterizado como Elvis no fim de carreira, canta Viva Las Vegas, um dos seus maiores sucessos. Para o fá Robert Campbell, Elvis Presley é uma espécie de messias: “Ele é o único filho gerado que Deus nos prometeu enviar”, delira. Os presleyterianos costumam relatar aparições do ídolo e até milagres atribuídos a ele.
O homem por trás do mito
Crentes ou não, os fãs de Elvis Presley têm uma oportunidade e tanto para conhecer mais sobre a trajetória cristã do astro. Acaba de chegar às lojas Tocou-me – A música gospel de Elvis Presley, DVD em dois volumes lançados no Brasil pela Bompastor para celebrar o 70º aniversário de nascimento do rei do rock. Num documentário primoroso produzido pela Coming Home Music, o espectador pode mergulhar no homem por trás do mito. A infância, a família, a formação cristã e a fulgurante carreira de Elvis emergem com tons nítidos de um bem fundamentado trabalho de pesquisa baseado em gravações e depoimentos de pessoas que conviveram com ele. Amigos, pastores e artistas falam com emoção do maior ícone pop de seu tempo. O trabalho aponta para um Elvis piedoso, que via suas músicas como veículo para expressar a própria dependência de Deus – caso de Paz no vale, a preferida de sua mãe. No DVD, fica clara a importância que Gladys Presley teve em sua vida. A discografia completa, os maiores shows e também os momentos de intimidade não passam em branco em Tocou-me. Alguns dos melhores momentos são os improvisos gospel de Elvis e seus companheiros de banda nos bastidores. O espectador vai se surpreender também com o relato da cura divina de uma das backing vocals de Elvis – milagre atribuído pela própria à oração que o amigo fez dentro do camarim. Mas o melhor dos álbuns são as magistrais interpretações de sucessos como Quão grande és tu. Não há como não se emocionar diante da contrição com que Elvis Presley cantava alguns dos mais tradicionais hinos evangélicos.
Tocou-me – A música gospel de Elvis Presley (volumes 1 e 2) Direção: Michael Merriman Apresentação: Sander Vanocur Duração: 90 minutos cada volume Bompastor www.bompastor.com.br (11) 3346-2000
Claiton Cesar
Jornalista da revista Eclésia

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

ABELHAS SUA EXTINÇÃO É O NOSSO FIM EMINENTE


37 Milhões de Abelhas Morrem após o Plantio de Milho Transgênico no Canadá nnDezenas de milhares de abelhas morreram em Ontário desde que o milho transgênico foi plantado há algumas semanas. Um dos produtores locais de mel, Dave Schuit, denunciou ao site ‘Organic Health‘ que somente a sua granja perdeu 600 colmeias, o que equivale a 37 milhões de abelhas.
 
Os criadores de abelhas culpam a morte de suas colônias aos neonicotinoides, especialmente o Imidacloprid e a Clotianidina (ambos da Bayer), que são inseticidas geralmente aplicados tanto em sementes como em tratamentos foliares e que penetram no pólen e no néctar.
Enquanto a metade dos países da União Europeia, incluindo a Alemanha, limitam legalmente o uso dos neonicotinóides por preocupações ambientais depois que a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos definiu os riscos relacionados, nos EUA continuam sendo um dos mais usados.
No passado, muitos cientistas se esforçaram para encontrar a causa exata da enorme mortandade, um fenômeno que eles chamam de “desordem de colapso de colônia” (DCC). Nos Estados Unidos, por sete anos consecutivos, as abelhas estão em declínio terminal.
O colapso na população mundial de abelhas é uma grande ameaça para as culturas. Estima-se que um terço de tudo o que comemos depende da polinização das abelhas, o que significa que as abelhas contribuem com mais de 30 bilhões de dólares para a economia global.
Um novo estudo publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, revelou que os pesticidas neonicotinoides matam as abelhas por danificar o seu sistema imunitário e as tornam incapazes de combater doenças e bactérias.
Após relatar grandes perdas de abelhas após a exposição ao Imidacloprid, foi proibido o seu uso em plantações de milho e girassol, apesar dos protestos da Bayer. Em outra jogada inteligente, a França também rejeitou a aplicação da Clotianidina pela Bayer, e outros países, como a Itália, também proibiram certos neonicotinoides.
Após o recorde de mortes de abelhas no Reino Unido, a União Europeia proibiu vários pesticidas, incluindo os pesticidas neonicotinóides.


Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/11/37-milhoes-de-abelhas-morrem-apos-o-plantio-de-milho-transgenico-no-canada/#ixzz3LSGr8EPn

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CAVEIRA E OSSOS 322

AS “CAVEIRAS E OSSOS” DA POLÍTICA DOS ESTADOS UNIDOS

O CÓDIGO E A ACADEMIA DO PODER
Sede da ordem Skull and Bones
Sede da ordem Skull and Bones
Em New Haven, cidade estadunidense localizada no estado de Connecticut, funciona um dos mais respeitáveis centros universitários do mundo, a famosa Yale University. Instituições de ensino como Yale tradicionalmente respondem pela formação universitária da elite dos EUA e não há de ser estranho para ninguém a evidência de que muitos dos egressos da universidade acabem constituindo-se como notáveis figurões das ciências, da política ou também das artes de fazer dinheiro, afinal, além da altíssima e qualificada formação obtida, um diploma emitido por Yale confere status, respeitabilidade e até poder ao seu felizardo contemplado. Além de suas qualidades acadêmicas, em Yale ronda um mistério em torno de uma enigmática instituição estudantil. A irmandade acadêmica Skull and Bones é mais que um grupo de afiliação estudantil, trata-se de uma verdadeira ordem secreta cuja atuação suscita especulações das mais diversas e alimenta uma mística que vai muito além do campus, atingindo patamares tão amplos quanto insólitos a exemplo das maquinações pela ação do governo dos EUA sobre o Golfo Pérsico. O fato é que os integrantes efetivos e afetivos da Skull & Bones, os bonesmen, atuam de maneira a alimentar a mística e a preocupar os especuladores e propagadores das teorias de conspiração.
Impresso contendo lista dos membros da Ordem, incluindo o nome de Prescott Bush, pai e avô de dois presidentes dos EUA.
Impresso contendo lista dos membros da Ordem, incluindo o nome de Prescott Bush, pai e avô de dois presidentes dos EUA.
A Skull & Bones é um bastião da elite estadunidense, reduto da tradição cultural e política da fração protestante branca e anglo-saxã (a velha identificação conhecida formalmente nos EUA como WASP – White Anglo Saxon Protestant). Sua reputação é muito mais significativa que das demais agremiações secretas que funcionam em Yale (Scroll & Key, Book & Snake, Wolf’s Head, Eliahu e Berzelius), todas, contudo, seletas ordens elitistas que recrutam para os seus quadros os indivíduos mais promissores da universidade. Em termos competitivos, provavelmente, a única entidade de Yale capaz de impor uma concorrência à Skull & Bones é a Scroll & Key, e, em termos atuais, ambas possuem, respectivamente, identificações predominantes ao Partido Republicano e ao Partido Democrata, reproduzindo a polarização entre conservadores e liberais. Harvard e Princeton, que formam juntamente com Yale o grupo de elite das instituições superiores dos EUA, também possuem suas influentes ordens secretas, contudo, nenhuma delas possui tamanha atuação efetiva pelos subterrâneos e superfície da política estadunidense. 
Desde sua fundação, em função da alta seletividade da Skull & Bones, que recruta anualmente apenas 15 membros, cerca de 2.500 bonesmen tiveram o privilégio de ostentar tal identificação e hoje em dia há em torno de 600 deles vivos, mas em geral ocupando importantes posições. Tradicionalmente não eram admitidos na ordem membros que não preenchessem os requisitos elementares prescritos pela composição daquilo que se compreende como critérios para a identificação da classificação social elitista da facção WASP da sociedade estadunidense, mas os ventos liberais e a política da inclusão forçaram a admissão de judeus, negros e também de descendentes de estrangeiros bárbaros, afinal, já há bonesmen de ascendência chinesa. Este é um sinal de modernidade que é enriquecido pela mais recente iniciativa de admitir a afiliação de homossexuais. Mas, apesar destas concessões liberais, a Skull & Bones mantém critérios seletivos quanto ao universo de candidatos a prováveis irmãos de ordem. Um requisito inicial é a própria educação secundária, pois há preferência por candidatos egressos de tradicionais e prestigiosas High Schools que atendem exatamente a jovens abastados. Além do mais, a seleção leva em consideração a vivência aventureira do candidato. Pretendentes que já ousaram a enfrentar selvas africanas, intempéries sul-americanas, desertos e riscos eminentes no Oriente conquistam valiosos pontos nesta fase de pretensão à filiação. Os candidatos são criteriosa e severamente avaliados pelos membros sênior da ordem e submetidos a testes e entrevistas que buscam aferir as potencialidades e capacidade integrativa dos candidatos ao corolário e ideário da Skull & Bones. 
Especula-se que a Skull & Bones inspira-se na tradição maçônica européia (altamente influente no Brasil do Século XIX). Sua cerimônia de iniciação é marcada por uma simbologia mórbida, mas curiosa. Os iniciantes, despidos, deitam-se num caixão que é carregada pelo salão da sede da irmandade. Eles reverenciam a insígnia da ordem (um crânio sobre dois ossos cruzados acima da inscrição “322″, alusiva ao ano de 322 a.C., ano em que a deusa Eulogia apareceu no céu após a morte de um orador grego. A crença diz que ela retornaria em 1832) e depois saem do ataúde mortuário como sinal de que estão marcando seu renascimento para um novo mundo iluminado, guardando, cada um, em um local específico, um osso entalhado com o nome dos novos iniciados. O ato cerimonial de iniciação é cercado por gestos e atos simbólicos que inspiram controvérsias e polêmicas – dizem que o velho Prescot Bush, pai do ex-presidente George Bush e avô do atual presidente dos EUA, George W. Bush, todos eles bonesmen, usurpou o túmulo do legendário herói indígena Jerônimo para roubar seus ossos, que teriam servido para um dos rituais da ordem secreta. Dizem mais que as controvertidas histórias sobre os rituais da ordem são também alimentadas pelos próprios integrantes do grupo para manter o mistério a respeito das atividades ritualísticas desenvolvidas na cripta da Skull & Bones no campus de Yale. 
Rituais à parte, o fato é que os bonesmen assumem o compromisso de seguir determinados princípios como a dedicação ao engrandecimento da nação conforme o receituário prescrito pelo treinamento ideológico prestado pela ordem. Mas eles lançam mão de certos artifícios retórico-discursivos nos quais são instruídos e hábeis para exercer suas atribuições segundo os ideais da Skull & Bones. É este o caso do emprego deliberado da discrição quase enigmática quanto a exposição de seus intentos e a ambigüidade normalmente presente nas peças retóricas expressas pelos irmãos de Yale. Mas engana-se quem imaginar que estas características retóricas são defeitos no processo de construção e apresentação dos pensamentos e atos elaborados por estes hábeis praticantes, pois os bonesmen são habituados a praticar seus métodos de discrição e ambigüidade como instrumentos de exercício do controle e domínio (fundamento que chamam de “wielding”). Aquilo que um bonesmen fala é marcado por noções subliminares que normalmente não ficam claras para um interlocutor desavisado.
O processo didático da construção de um bonesmen é sutil e decisivo. Nos tempos de academia, um bom integrante da Skull & Bones precisa exercer atividades desportivas com finalidades relativas ao exercício das habilidades de liderança, pois um bonesmen é, antes de tudo, um líder. Não há de se estranhar que dois dos esportes populares nos EUA, o baseball e a sua versão de futebol inspirada no rugby inglês são experimentos desportivos engendrados por bonesmen. Em esportes coletivos o processo de aprendizagem das competências dos irmãos de Yale é bastante exercido. O bonesmen Gorge Bush pai, embora não tenha sido um habilidoso jogador de baseball, foi capitão da equipe universitária de Yale. Guiar equipes e comandar vitórias é uma habilidade comum aos esportes coletivos, mas também é uma capacidade fundamental em uma espécie mais drástica de competição: a guerra. Nos ensinamentos difundidos no processo de formação da Skull & Bones admite-se que embora as idéias tenham a capacidade de transformar verdadeiramente a história, quase sempre a guerra acaba sendo empregada para realizar este fim. 
Jovens membros da ordem
Jovens membros da ordem
A Skull & Bones difunde um código de postura, conduta e filosofia que bem representam o senso puramente WASP do segmento elitista dos EUA. Mas este código não é universal, ao contrário, é segmentado exatamente porque é elitista. Quando comparamos códigos, o que vemos na Skull & Bones é bem distinto daquilo que se percebe, por exemplo, nas normas de conduta do código samurai do Bushido japonês, que valoriza a honra entre os guerreiros contendedores e preconizou uma visão eminentemente ética e moral do mundo. O código Skull & Bones preconiza a noção de que aquilo que não representa é algo simplesmente inferior, isto é, a própria relação à excludente identificação do segmento da elite que representa (uma elite dentro da identificação WASP) por si já determina a diferença entre os dois códigos.
A visão Skull & Bones na política estadunidense é de notável influência, já que muitos de seus integrantes tomaram parte da vida pública do país desde os idos dos fins do século XIX. Esta visão típica dos bonesmen sobre a condução dos EUA não é assunto que deixe de merecer ser notado, sobretudo, quando mais um de seus pares ocupa a presidência do país, após uma reeleição disputada contra um adversário que também ostenta a condição de irmão da ordem de Yale (assim como Goerge W. Bush, o democrata John Kerry também foi forjado nas fileiras da Skull & Bones).
O MESTRE
O mestre Stimson
O mestre Stimson
George W. Bush é membro da Skull & Bones assim como seu pai, que também governou os EUA e meteu o país numa onerosa guerra no Golfo Pérsico. Bonesmen são tradicionais na família Bush, pois seu avô e um outro tio paterno também passaram pelo ritual de renascimento celebrado em Yale, logo, há de se perceber que a lógica que norteia as ações de Bush tem influências que partem de seu berço de constituição de valores – a própria família. O jovem George Walker Bush, portanto, já possuía um promissor retrospecto para integrar a entidade em cujas fileiras já militaram outros de seus entes relativos, isso além de ser um autêntico representante da ordem encarnada na noção de WASP. 
A tradição da ordem Skull & Bones na Casa Branca não é recente. A ação política dos bonesmen manifestou-se de maneira a influir na adoção de caminhos que se coadunavam com o espírito e o código da Skull & Bones. O presidente William McKinley sofrera pressões da ordem em função de sua tímida postura de política externa. Sob pressão dos iluminados homens de Yale, seu governo decidiu adotar uma postura mais ofensiva frente às nações “inferiores” e, em 1898, agiu sobre Cuba, inaugurando uma já tradicional relação de amor e ódio entre as duas nações. Estava marcada assim uma fase expansionista sobre nações estrangeiras. Com a guerra contra os latino-americanos hispânicos a relação da Skull & Bones com o Partido Republicano teve também seu início. Na convenção republicana de 1900, os bonesmen ascenderam ao controle do partido e impuseram a McKinley a aceitação de Theodore Roosevelt como seu vice-presidente no pleito nacional que se aproximava. Em 1901 McKinley foi assassinado durante uma viagem pelo estado de Nova York e Teddy Roosevelt foi então conduzido ao governo dos EUA como primeiro bonesman a governar o país. Seu sucessor, William Howard Taft, também era seu irmão da Skull & Bones.
Uma grande referência política dentre os bonesmen foi o ideólogo e conselheiro Henry Lewis Stimson, cuja atuação e influência lhe valeram o título de “mestre bonesman”. Dizem que durante o processo de tomada de decisão pela invasão ao Iraque, em 1991, Bush I dedicou-se, na tranqüilidade do Camp David, a reler uma biografia de seu ídolo bonesman e enquanto seu conselho de analistas deliberava sobre a forma de ação contra o Iraque por ocasião da crise do golfo, quando o Kwait foi invadido por ordem de Saddan Hussein, o presidente já possuía uma posição formada e favorável ao ataque. Os ensinamentos de Stimson foram valiosos para esta decisão. 
Stimson ingressou na Skull & Bones em 1888 e prestou seus serviços a sete dos ocupantes da Casa Branca: Theodore Roosevelt, William Howard Taft, Woodrow Wilson, Calvin Coolidge, Herbert Hoover, Franklin Delano Roosevelt e Harry Truman, cumprindo uma sólida carreira de articulador, consultor e integrante do staff governamental estadunidense. Em seu legado de atuação está a supervisão do Projeto Manhattan, cujo resultado foi o desenvolvimento tecnológico e estratégico das bombas atômicas que foram lançadas sobre Hiroshima e Nagazaki no final da Segunda Guerra Mundial. Anos antes, quando ocupava a Secretaria de Estado no governo Hoover (1929-1933), atuou nas articulações que impuseram a redução das forças ofensivas da Marinha Imperial Japonesa durante a Conferência Naval de Londres. Foi um dos arquitetos dos provocativos planos de restrições ao Japão que acabaram por influenciar o ataque que as tropas nipônicas fizeram contra a base estadunidense em Pearl Harbor, situação que provocou o ingresso dos EUA na guerra. Contanto pontos em seu currículo de serviços prestados, constam sua decisiva participação no desenvolvimento da idéia da criação dos campos de aprisionamento de japoneses e nisseis em território estadunidense durante o governo de Franklin Roosevelt, além de ter desenvolvido um plano, felizmente não executado, de bombardeio a Kyoto, um dos principais e tradicionais centros urbanos japoneses, como ultimato ao Japão pela rendição. Uma cartada de mestre atribuída a Stimson foi a decisão de preservar o trono do império japonês sob Hiroito, que não fora deposto por uma decisão estratégica que viabilizaria maiores condições de influência dos EUA nos planos de reconstrução e realinhamento do Japão no pós-guerra. Além de arquitetar o projeto de trilha a ser seguida pelo Japão derrotado, Stimson também teve forte atuação nos bastidores do plano de ocupação, reestruturação e ordenamento da Alemanha. A notável experiência de Stimson e sua visão utilitária do emprego da influência política e poderio militar dos EUA serviram como inspiração para Bush I, que decidiu levar a lição de seu mestre como ensinamento prático para sua decisão pela guerra contra o Iraque.
Diferentemente de seu discípulo presidencial, Stimson não provinha de um clã de bonesmen, ele ascendeu à ordem por “merecimento” e pelo reconhecimento de suas habilidades naturais e talento indiscutível pela atuação política pela grandiosidade dos EUA. Ele costumava creditar à Skull & Bones uma grande importância em sua formação e conforme seu biógrafo Geoffrey Hodgson, os tempos de vivência e aprendizado na entidade corresponderam “a experiência educacional a mais importante em sua vida”. Stimson foi admitido como bonesman mesmo sem ter origem rica, embora seus antepassados tenham sido alguns dos pioneiros puritanos na colonização dos EUA, ainda assim ele era um autêntico WASP. Em Yale seu espírito competitivo era uma de suas marcas a tal ponto que afirmava que “a idéia de um esforço para prêmios, foi sempre um dos elementos fundamentais de minha mente e eu mal posso conceber o que seria de meus sentimentos se eu fosse posto sempre em uma posição ou em uma situação na vida onde não houvesse nenhum prêmio pelo qual me esforçar”. Este espírito competitivo foi praticado também no extremo: já em uma idade amadurecida, aos 44 anos, Stimson aderiu ao Exército e tornou-se combatente na Primeira Guerra Mundial mesmo que já tenha acumulado experiência em sua vida na advocacia e no mundo da política em Washington e ganhou sua fama com o apelido sugestivo de “O Coronel”. O político e arquiteto de guerras experimentou a vida de combatente nas forças expedicionárias estadunidenses na Europa. 
No período que antecedeu a Segunda Guerra Stimson comandava um batalhão próprio de bonesmen em Washington em seu Departamento de Guerra. O grupo chamado de “Jardim da Infância de Stimson” era composto pelo alto staff dos arquitetos da participação dos EUA na guerra O grupo era formado por personalidades como John McKoy, secretário-assistente de Estado e posteriormente comissário dos EUA na Alemanha pós-guerra, Robert Lovett era o assistente imediato de Stimson, com quem aprendeu a atuar nos bastidores da política até tornar-se um dos principais e influentes assessores de John Kennedy, Harvey Bundy, outro de seus assessores de primeira linha, era um bonesman fiel ao seu líder e juntara ao grupo dois de seus filhos, McGeorge e William Bundy, também bonesmen, à equipe de assessores e coordenadores de guerra sob o comando de Stimson. O “Jardim de Infância” também era integrado por Dean Acheson, também um de seus preferenciais assistente e futuro conselheiro e Secretário de Estado no governo Truman (Acheson não era bonesman, mas era membro de outra fraternidade secreta de Yale – Skroll & Key) e contava ainda o grupo com a participação do general George Marshall, chefe de comando do Exército durante a Segunda Guerra e também futuro Secretário de Estado de Truman. Este grupo de ideólogos da atuação estadunidense na guerra teve seu núcleo conhecido como “Círculo Stimson-Marshall- Achelson” e seus integrantes eram figuras-chave do staff político durante a guerra e também no processo de implementação dos planos de reconstrução e alinhamento do pós-guerra como iniciadores das estratégias de isolamento do bloco soviético, sendo então pioneiros na estratégia de implantação da Guerra Fria, incluindo o processo fomentador da intromissão militar estadunidense na Coréia.
Stimson morreu em 1950, contudo, sem conseguir levar adiante a influência de seu grupo sobre a condução política da Casa Branca e seus discípulos do “Jardim de Infância” foram aos poucos tendo sua influência declinada. Já em 1947, com a Lei de Segurança Nacional, o Departamento de Guerra fora reestruturado como Departamento de Defesa, constituído por uma burocracia civil que viria posteriormente a abrigar muitos membros da Skull & Bones e Robert Lovett, por exemplo, viria a assumir o comando do Departamento em 1950. A lei de 1947 também criou a CIA (Central Intelligence Agency) como organismo que sucederia o núcleo de estratégia (OSS – Office os Strategic Service) que vigorava durante o período da guerra e posteriormente as atribuições do grupo de coordenação política que também funcionava sob o comando de Stimson passaram a ser exercidas pela CIA. A Agência de Segurança Nacional (NSA) também foi criada neste período subordinada também ao Departamento de Defesa, ampliando o espectro da rede de controle e investigação do Estado. Estas agências tornaram-se redutos de atuação de bonesmen ao ponto em que a imagem da CIA e da Skull & Bones passaram a ser freqüentemente associadas uma a outra.
A forte influência dos bonesmen na estrutura da CIA é apontada como um dos legados de Henry Stimson, pois o OSS, organismo antecessor da CIA, fora inicialmente constituído por quadros técnicos e funcionais forjado na Skull & Bones e esta relação entre os “iluminados” de Yale e o serviço secreto institucional permaneceu ativa. 

PRESIDENTES DA ORDEM
Durante a presidência de John Fitzgerald Kennedy (a quem o historiador britânico Eric Hobsbawm qualifica como “o presidente mais superestimado dos EUA”), os irmãos de Yale desfrutavam de grande prestígio e influência. Diversos e experimentados bonesmen que integravam os mais próximos escalões da administração JFK constituíam também um grupo que adotou uma obcecada vontade de investir militarmente sobre o longínquo Vietnã. Era uma postura que contava com o desacordo da profética advertência do general Douglas MacArthur, conselheiro militar de JFK, que repetia a quem quisesse ouvir que era um erro o envolvimento dos EUA em uma guerra na Ásia. As conversas reservadas com MacArthur fizeram com que Kennedy tivesse sérias dúvidas a respeito de uma ação militar nas selvas chuvosas do país de Ho Chi Min, fato que o levou a protelar qualquer decisão a esse respeito. Sua morte, contudo, abriu caminho para que os intentos pela guerra fossem por fim executados por Lindon Johnson que fora o sucessor de JFK e, como muitos dos presidentes dos EUA, também teve nos arredores do Salão Oval uma forte participação de assessores da Skull & Bones. 
De uma maneira geral, contudo, os bonesmen andavam divididos em relação à guerra. Dentre os descontentes estava McGeorge Bundy, que deixara o governo Johnson, passando a apoiar e financiar o movimento anti-guerra através dos fundos da Fundação Ford, entidade que então passou a presidir. Bundy, que integrou o “Jardim de Infância” de Henry Stimson, acabou tomando parte de uma ala de bonesmen a posicionar-se critica e combativamente contra a guerra do Vietnã, enquanto um outro segmento da irmandade mantinha-se aliado à noção de que a guerra deveria ser travada até o fim – embora o “fim” da guerra não tenha sido aquele que idealizavam. O tempo da geração de bonesmen formada ao redor de Stimson havia chegado ao fim quando Richard Nixon ascendeu ao poder e consagrou a eminência-parda encarnada na figura de Henry Kissinger em cuja atuação manteve uma barreira à influência da Skull & Bones dentro da Casa Branca. Ainda assim, há quem impute aos bonesmen, sempre atuantes nas instâncias da CIA, uma grande participação no processo de derrubada do Nixon através do escândalo de Watergate. 
Gerald Ford assumiu a presidência após a derrocada de Nixon em 1974 e os bonesmen passaram a ensaiar o seu retorno. Kissinger e seus aliados começaram a perder espaço. James Schlesinger foi substituído por Donald Rumsfeld como Secretário de Defesa e William Colby, diretor da CIA, perdeu seu cargo para George Bush. Os bonesmen estavam mesmo tentando recompor suas tradicionais posições na Casa Branca, mas a eleição de Jimmy Carter, em 1976, impôs uma frustrante interrupção em seus planos. O retorno teve que esperar e ser procedido de forma lenta e gradual. Bush retornou às raias do governo como suplente presidencial do canastrão Ronald Reagan entre 1980 e 1984 e então articulou sua própria ascensão ao cargo de maior importância política do mundo. Juntamente com ele, a Skull & Bones retornou à Casa Branca de maneira tão confortável quanto nos tempos de Stimson. 
Durante o governo de Bush I a velha Skull & Bones recompôs suas posições e executou um de seus principais passatempos – a guerra. Especula-se que a tática empregada na motivação da invasão ao Iraque em 1990 teve relação de semelhança ao que se dera na entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial quando o Japão, segundo os analistas-especuladores, foi praticamente colocado na posição de ter que atacar os americanos em Pearl Harbor. O estratagema empregado foi lançar uma isca a ser fisgada pela presa. No caso da Guerra do Golfo a isca teria sido o Kwait, mas o propósito da guerra teria sido muito mais abrangente do que a simples defesa do país atacado pelo Iraque. Levou-se em consideração o domínio da região produtora de petróleo no Golfo Pérsico e também o controle dos preços desta preciosidade subterrânea no mercado internacional. 
Nem tudo estava tão perfeito assim para os belicosos bonesmen de Bush I, afinal, democrata Bill Clinton sobrepujou o então candidato à re-eleição e impôs um novo intervalo na relação da Skull & Bones com a Casa Branca. O governo Clinton caiu em desgraça por razões não-políticas. Clinton, sua incansável libido e apreço por sexo com estagiárias escandalosas acabaram contribuindo para que os bonesmen encontrassem mais uma oportunidade de retornar ao poder. Os democratas tentaram manter-se no governo indicando o sem-graça Al Gore para suceder Clinton, mas o clã Bush e os republicanos ofereceram como opção um trapalhão George W. Bush, herdeiro político de Bush I. A eleição foi cômica e Bush II venceu sem ter vencido. Os bonesmen retornaram ao poder. 
Bush II teve a oportunidade de lançar-se numa outra guerra e mais uma vez tomando um acontecimento dramático como estopim – o famigerado 11 de setembro – a desencadear toda a ação bélica capitaneada pelos mesmos intentos predatórios que consagraram a Skull & Bones. A guerra contra o terror, além da balela de encontrar as sempre inexistentes “armas de destruição em massa” sob o controle de Saddan Hussein – outrora aliado dos bonesmen da Casa Branca – foi empregada como justificativa ao ataque contra o Iraque numa repetição grosseira da guerra que já foi desenhada pelos arquitetos da primeira Guerra do Golfo. 
Os democratas tentaram combater Bush usando “fogo contra fogo”, indicando o senador ex-combatente John Kerry, um bonesman das fileiras anti-Bush, para disputa do processo sucessório pela Casa Branca. Tentou-se, talvez, instaurar um ambiente de divisionismo entre os bonesmen em torno do tema central da eleição – a guerra. A divisão entre os irmãos de Yale já havia sido evidenciada por ocasião da Guerra do Vietnã, quando os bonesmen anti-guerra posaram de heróis pacifistas, mas desta vez a eleição de Bush II, apesar da torcida contrária de boa parte da opinião pública internacional que se preze, acabou sendo mesmo inquestionável. 
Bush II segue seu mandato rodeado por seus falcões e seus irmãos da Skull & Bones e fazem um governo, no mínimo, complicado.

Fonte

http://historiablog.wordpress.com/2008/10/02/as-caveiras-e-ossos-da-politica-dos-estados-unidos/

domingo, 7 de dezembro de 2014

CHEMTRAILS RASTROS QUIMICOS A MORTE SILENCIOSA

A Gripe Chemtrail: Você tem isso ainda?

Você está doente. Seu nariz está entupido. Dores pelo corpo, você está suado, tosse, espirros e você não tem energia suficiente para sair da cama.

Não é a gripe. É uma conspiração, de acordo com o Dr. Len Horowitz. Sua opinião não é baseada na teoria da conspiração, mas no fato de conspiração.

Nos últimos 10 anos, Horowitz tornou-se autoridade mais controversa da América no campo médico. Um pesquisador de universidade, um médico treinado, Horowitz, 48, sustenta as acusações de que elementos do governo dos Estados Unidos estão conspirando com grandes empresas farmacêuticas para fazer grandes segmentos da população doente.

[Imagem: Chemtrail-Flu-Have-You-Got-It-Yet.jpg]

A grande mídia está relatando que as salas de emergência dos hospitais estão lotados com pacientes que sofrem de uma infecção respiratória superior bizarra que não chega a parecer como um vírus.

Eles estão relatando que ele é um "mistério" da gripe e que as vacinas contra a gripe são ineficazes contra ela.

"Isso é tudo bobagem, tolice falsa", diz o Dr. Leonard Horowitz. “O fato da questão é, temos visto este tipo de epidemia, desde o final de 1998 e o início de 1999.

Pessoas foram se contaminando e com tosse com esta doença bizarro que parece não seguir qualquer lógica inicial viral ou bacteriana e período de transição.

Se fosse realmente uma bactéria ou uma infecção viral, que teria causado a febre, mas não o fez. Ela dura por semanas, se não meses. Congestão nasal, drenagem do seio, tosse, mal-estar, fadiga geral. As pessoas têm se sentido estar "off".

Instituto de Pesquisa de Patologia das Forças Armadas registrou uma patente para o Micoplasma patogênico que está causando a epidemia. Você pode ver o relatório de patente no livro, Healing Codes para o Apocalipse bíblico.



Microplasma não é realmente um fungo, não é realmente uma bactéria, não é realmente um vírus.

Vai profundamente no núcleo das células, tornando-se muito difícil de montar uma resposta imune contra ele.

É um relato de patente de arma biológica feita pelo homem. Ali explica como faz com infecções respiratórias crônicas que são virtualmente idênticas ao que está acontecendo agora.

CHEMTRAILS destruindo a sua função imunológica

Acredito que os chemtrails são responsáveis ​​por uma intoxicação química do público, o que causaria uma supressão geral imunológica, de baixo grau de alto grau, dependendo da exposição. 

A disfunção imunológica permite que as pessoas tornam-se suscetíveis a infecções oportunistas, tais como infecções por Microplasma este e outros oportunistas, diz o Dr. Horowitz.

Eu comecei a investigar estes chemtrails quando alguns foram pulverizados sobre a minha casa no norte de Idaho. 

Tirei fotos deles, e então contatei a Agência de Proteção Ambiental do Estado que não tinha a menor idéia e me encaminhou para a Força Aérea. 

Eles me colocaram em contato com Centro de Controle de Doenças de Toxicologia, e depois de cerca de uma semana, recebi uma carta de um de seus principais toxicologistas dizendo, de fato, houve uma certa quantidade de brometo de etileno no combustível do jato.

Brometo de etileno é um químico altamente cancerígeno humano conhecido que foi removido da gasolina sem chumbo por causa de seus efeitos cancerígenos.

Agora, de repente, apareceu no combustível de jato de alta altitude em que aviões militares estão emitindo!

Brometo de etileno está saindo dos combustíveis de jato que está causando a supressão imunológica e o enfraquecimento do sistema imunológico das pessoas.

Então você tem um micróbio Microplásmico ou um fungo que causa uma doença respiratória superior.

De repente, você desenvolverá uma infecção bacteriana secundária.

Agora você começará a batida com antibióticos, e os antibióticos causam a dependência química de seu corpo se tornando ácido, então agora você tem erupções cutâneas e outras coisas, o fígado fica cheio de toxinas e sai através de sua pele em erupções e obterá reações hyper-alergênicas associadas com outros produtos químicos.

Eu tenho colegas nas Bahamas, Bermudas, Toronto, British Columbia todos relatando a chemtrainização mesmo bizarra da atmosfera. O que está acontecendo é apenas desprezível.

De repente, agora você tem os seres humanos completamente fora de equilíbrio e infectados por dois, três ou quatro co-fatores microbianos , bem como intoxicados por uma variedade de substâncias químicas diferentes ... e você tem alguém que vai ser doentes crônicos .

ORÇAMENTO NEGRO

As audiências de Frank Church do Congresso de 1975 expôs a Ag.C. de Inteligência para armas biológicas e as contratantes empresas - Litton Bionetics e Corp de Engenheiros do Exército que estavam desenvolvendo e utilizando diversas armas biológicas sobre as populações.

E tudo isto é feito no âmbito das operações negras, operações secretas, onde conseguir financiamento e as pessoas nunca são informados do Congresso realmente onde este dinheiro está indo. É o orçamento negro , diz Horowitz.

E na arena guerra contemporânea, onde especialistas em guerra química biológica convocam e discutem as formas que são ideais para conduzir a guerra de hoje, para realmente ter um inimigo para fora, você não quer matar as pessoas.

Você quer produzir pessoas que são doentes crônicos e tornar-se dependente do estado e totalmente enfraquecer os recursos de um país.

E então você pode mover-se com o seu complexo militar-médico-industrial e seu cartel médico-farmacêutico internacional.

Então você venderá a esses países derrotados todos os produtos farmacêuticos e químicos que eles precisam para manter qualquer aparência de função saudável.

Eles estão completamente esgotados. Eles não podem montar uma reação militar.Você cria uma dependência e, assim, você enfraquece a população, e as populações enfraquecidas são fáceis de controlar.

Então você tem o controle da população , e você faz grandes fortunas fazendo isso, contra apenas explodir uma arma nuclear e devastando a infra-estrutura que você possui.

Você e seus colegas próprios terão a infra-estrutura se você quer se livrar-se das pessoas. ” Você não quer se livrar de infra-estrutura "

Quem é o responsável?

O que eu estou relatando a você agora não é especulação. Se você fosse para ler a análise de especialistas de topo de guerra militar, incluindo o relatório da Iron Montain ou Montanha de Ferro - a família Rockefeller é um dos principais jogadores nesta conspiração.

Eles são um dos principais jogadores no genocídio mundial, a redução da população . Isso não é nenhum mistério mais.



Ao examinar quem possui o combustível chemtrail, que são os diretores da empresa de combustível, de repente, você entra na esfera da família Rockefeller e as famílias reais - a Standard Oil e British Petroleum.

E quais são as suas outras agendas? De repente, você vê agora os seus documentos, mostrando que eles têm financiado, historicamente, a eugenia, higiene racial, genocídio, o despovoamento, planejamento familiar, saúde materna e infantil - onde fazer e entregar vacinas e material de sangue contaminado.

Estes são os banqueiros, as mesmas pessoas que dirigem o banco de sangue, bem como os setores bancários de dinheiro , diz o Dr. Horowitz.

"Eu referencio a um grande livro do Dr. John Coleman, que trabalhava como agente de serviço secreto britânico no mais alto nível. E ele articulou de forma muito clara que estava correndo essas empresas.

Tudo vai voltar, em última instância, para o nível mais alto da família real.

A família Bush, da família Rothschild, o dinheiro Rockefeller, e o establishment Rockefeller inteiro é baseado no dinheiro dos Rothschild e famílias reais.

Se você não pode explicar racionalmente ou qualquer outra forma, eu acho que você tem que começar a considerar as teorias " verdades " da conspiração e eliminar o rótulo negativo que você colocou em teorias da conspiração que foram demonizados juntamente com a medicina holística.

Quarto Reich Americano

As famílias do crime governante estão fazendo grandes fortunas com o sofrimento da humanidade.

Os Rockefeller monopolizaram a medicina americana na década de 1920.

Eles, junto com a IG Farben, a principal organização industrial da Alemanha, detinham o monopólio sobre as indústrias do mundo químicos e farmacêuticos.

O Rockefellers e IG Farben trabalharam juntos antes da Segunda Guerra Mundial e durante a Segunda Guerra Mundial.

Para todos os efeitos práticos, o Rockefellers e IG Farben foram o Terceiro Reich.

Quem mais está envolvido? A Merck Pharmaceutical Company .

Seu presidente, George W. Merck, foi diretor da América indústria de armas biológicas durante a Segunda Guerra Mundial.

Ele foi pessoalmente nomeado pelo presidente Roosevelt e pelo Secretário de Guerra, Sr. Stimson.

Os nazistas planejaram a Nova Ordem Mundial . Eles tinham até um termo para isso - "neue Ordnung", que significa New Order ou Nova Ordem Mundial .

Este, hoje, essa Nova Ordem Mundial, é o surgimento do Quarto Reich. Isto é precisamente o que imaginou e então realizada em uma escala global.

O objetivo do Quarto Reich é o controle da população e genocídio.
99,99 por cento dos maçons não têm ideia do que eles são realmente até aos mais altos níveis e eles dão-lhe um maior conhecimento em cada nível mais elevado da Maçonaria.

Quando você ir além do 33 º grau, você tem a maior doutrinação em que é chamado de Arcana antiga, todo o conhecimento sagrado descrito nos Códigos livro Cura do Apocalipse bíblico.

É aí que os fazedores-diabo que estão governando neste planeta são o assentamento.

Quem são eles e segmentação?

Quem são eles alvo de genocídio? Se há uma tentativa em curso para reduzir a população do planeta, por isso não está acontecendo?
Olhe para países como os da África, as nações do Terceiro Mundo, que foram fortemente direcionados com HIV / AIDS.

E consideram que 73 por cento dos pacientes HIV / AIDS na América de hoje são negros ou hispânicos.

Estatisticamente, 55 por cento dos homens homossexuais na América já estão mortos.

Você está vendo o despovoamento visando especificamente os grupos minoritários agora? Claro. Está acontecendo agora.

Eles não querem eliminar totalmente as populações completamente, apenas determinadas populações.

E não é que, a partir de sua perspectiva, maravilhoso? Eles têm um secreta agenda de despovoamento que ninguém se tocou ainda.

É ideal que eles querem colocar em prática.

Eu acho que há uma ideologia satânica ou do mal, porque Nixon mesmo disse, referindo-se aos Rockefellers, - não é sobre o dinheiro para essas pessoas, é sobre o poder.

O JOGO DO MONOPÓLIO

No final do Monopoly Game, o que você faz? Uma pessoa ganha, eles possuem todo o imobiliário, que possui todos os ativos, eles limpou todos os outros jogadores para fora e o jogo acabou.

Você pode sair do jogo fora em seu armário. Mas você não faz isso no planeta Terra.

A pessoa que vence no final deste jogo Monopoly Mundial começa a reorganizar a bordo. E isso é precisamente o que nós vimos no ano passado.

Você já viu o maior peixe não comer o maior peixe no comércio internacional, você já viu as baleias mega-alimentares das baleias mega-nestes mega-fusões.

Todas essas empresas pequenas que estão produzindo suas vitaminas são uma subsidiária de um grande conglomerado.

Hoje a Warner Lambert ou Glaxo Wellcom, todos esses enormes, grandes corporações possuem todos os peixes pequenos.

Então, mais uma vez, agora o tabuleiro de jogo começa a ser alterada, se o desejarem, e, aparentemente, isso é o que eles desejam. Essa é a sua agenda, você pode vê-lo.

No aeroporto de Denver, há um ponto crucial, no prédio principal do terminal dedicado à Comissão New World Airport pelos maçons.

E há um grande mural colorido - que é dedicado às espécies extintas humanos.

E, em primeiro plano, contra o fundo horrível de chamas e destruição, há três caixões abertos.

Construa seu sistema imunológico

PRIMEIRO PASSO: desintoxicação.

Porque todos nós temos sido alimentados colheita da Babilônia e comido o lixo tóxico que vem de Monsanto, Dow Chemical e Daniel Archer e todos os seus alimentos geneticamente modificados e os produtos químicos e os fluoretos e os cloros, precisamos de desintoxicação.

Um programa de desintoxicação fácil usando limonada espremida fresco que você faz com xarope de bordo e frescos limões espremidos e pimenta caiena.

SEGUNDA ETAPA: A acidificação

Para alterar a química do seu corpo, torná-lo mais alcalino. É somente no estado ácido que o crescimento de bactérias, vírus, fungos, mofo, e câncer, as células cancerosas prosperam.

Elas não podem crescer em meio alcalino.O que faz com que seu corpo química para se tornar ácido e tornar-se um terreno fértil para os agentes bacterianos e infecciosa? Cafeína, açúcar, nicotina, carboidratos refinados, álcool, produtos farmacêuticos, incluindo antibióticos, carnes vermelhas, de estresse - são as principais causas.

Eliminar ou reduzir tanto quanto possível.

Esprema o suco de limão na água. Limão tem uma grande quantidade de cálcio nele e ele se transforma em hidróxido de cálcio na água de beber. Isto levanta a PH de que a água necessita a partir de cerca de 7 a cerca de 8. Hot pimenta caiena é um dos agentes mais alcalinizantes você pode colocar no seu corpo.

Ele desintoxica e desacidifica tudo em uma única etapa.

TERCEIRO PASSO: Espiritual

Meditar. Não há emoção, mental, as mudanças sociais, ambientais e, sobretudo, espiritual que as pessoas precisam fazer para realmente preparar para resistir às pragas.

QUARTO PASSO: Oxigenação

Os Rockefeller direcionados banksters internacionais , banksters de sangue e monopolistas médicos foram ocupados em suprimir seu sistema imunológico. Você quer aumentar seus níveis de oxigênio no sangue

[Imagem: chemtrails.png?w=540&h=540]

FONTE:http://horizontenews.blogspot.com.br/201...encio.html


Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-o-que-os-chemtrails-fazem-em-sil%C3%AAncio#ixzz3LGS4r3bI

MAÇONARIA - E SUAS CO-IRMÃS AS SOCIEDADES SECRETAS