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quarta-feira, 23 de abril de 2014

ESTADAO E A NOVA ORDEM MUNDIAL

NAO ACREDITA QUE EXISTA A NOVA ORDEM MUNDIAL
O JORNAL O ESTADAO ACREDITA VEJA A MATERIA ABAIXO
Tomada da Crimeia marca fim da nova ordem mundial
22 de abril de 2014 | 2h 01
Project Syndicate/O Estado de S.Paulo

ANÁLISE:

A anexação da Crimeia por parte da Rússia e a contínua intimidação de Moscou à Ucrânia parecem significar o fim de um período de 25 anos cuja marca foi um esforço para trazer os russos para um maior alinhamento com metas e tradições euroatlânticas. A pergunta é: o que vem a seguir? Conforme as semanas passam, torna-se claro que o desafio não está na Ucrânia e sim na Rússia - com sua regressividade, sua reincidência e seu revanchismo.
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Há exatamente 25 anos, a Polônia e outros países daquele que era conhecido como "Bloco Oriental" deram os primeiros passos para se libertar de sua aliança forçada com a União Soviética. Aquela que parecia ser uma divisão permanente do mundo em duas esferas de interesse concorrentes chegou ao fim subitamente em 1989, quando o bloco deixou a órbita soviética, exemplo logo seguido pelas repúblicas da própria URSS.

A Rússia emergiu não como uma URSS rebatizada e sim como um Estado com sua própria história e seus próprios símbolos, um membro do sistema internacional. E, à sua maneira, a Rússia renascida parecia dedicada a objetivos semelhantes aos de seus vizinhos pós-soviéticos: pertencimento às instituições ocidentais, economia de mercado e uma democracia parlamentar pluripartidária, mas com feições russas.

Esta nova ordem mundial foi mantida por quase 25 anos. Com exceção da breve guerra da Rússia contra a Geórgia, em agosto de 2008 (conflito tido em geral como iniciado pelos irresponsáveis líderes georgianos), a aceitação (ainda que problemática) da nova ordem por parte da Rússia e seu compromisso com ela foram grandes feitos da era pós-Guerra Fria.

Nos Estados Unidos, a mídia costuma destacar que a maioria dos americanos teria dificuldade em localizar a Ucrânia num mapa. Eles não precisam fazê-lo. Mas os americanos precisam compreender o desafio que enfrentam numa Rússia que não parece mais interessada naquilo que o Ocidente ofereceu nos últimos 25 anos.

Assim, o que o Ocidente deve fazer? A verdadeira questão deve ser o reforço das estruturas de segurança e os preparativos para o longo prazo. A crise da Ucrânia é na verdade uma crise russa. A Ucrânia - seja o que sobrar dela - se tornará um país cada vez mais ocidental. A Rússia não dá sinais de que seguirá esse rumo.

Em vez disso, o presidente Vladimir Putin parece estar se preparando para um longo inverno diplomático. Os EUA precisam se preparar, especialmente em relação ao reforço de suas relações com parceiros e aliados, esforçando-se para garantir que a Ucrânia seja a última vítima da Rússia - e não a primeira.

*Christopher Hill foi secretário de Estado Assistente dos EUA para o leste da Ásia.

TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

OLEO DE CANOLA A FARSA COMESTIVEL

DESMASCARANDO O ÓLEO DE CANOLA




Óleo de canola é amplamente reconhecido como o mais sadio óleo para salada e cozimento disponível para os consumidores. Ele foi desenvolvido por hibridação da colza. O óleo de colza é tóxico porque contém quantidades significativas de uma substância perigosa chamada de ácido erúcico. O óleo de Canola contém somente traços de ácido erúcico e seu perfil peculiar de ácidos graxos, rico em ácido oléico e reduzido em gorduras saturados, o faz particularmente benéfico pela prevenção de doença do coração. Também contém quantidades significativas de ácidos graxos ômega - 3, que também têm mostrado serem benéficos à saúde. Isso é que a indústria alimentar afirma sobre o óleo de canola.
Óleo de Canola é uma substância venenosa, um óleo industrial que não pertence ao corpo. Contém "o infame agente do gás mostarda da guerra química”, hemaglutininas e glicosídeos tóxicos; causa a doença da vaca louca, cegueira, desordens nervosas, adesão de hemácias e depressão do sistema imunológico.
Como fica o consumidor para se situar entre as conflitantes afirmações a respeito desse produto? Seria o óleo de canola um sonho que virou realidade ou um veneno mortal? E por que a canola capturou um espaço tão marcante entre os óleos utilizados pelos alimentos processados?

  ENTENDA A CATRACA:
1 A indústria lança,
2 médicos aceitam, espalham as idéias absurdas,
3 população paga um preço altíssimo no momento em que acredita e fica cada vez mais doente e aí por diante.

QUEM SE BENEFICIA?
1  Indústria alimentícia,
2 farmacêutica
3 e em última instância, os próprios profissionais de saúde que se amparam e vivem das doenças


O Óleo de Canola é um verdadeiro veneno, adicionado dentro do Brasil inclusive em formulações infantis como o NAN e virou sinônimo de saúde para 9 em cada 10 profissionais da área da saúde infelizmente. 


Para aqueles que não terão "paciência" de ler o post, recomendo que não usem, não comprem, mas façam uso do Óleo de Côco Extra Virgem
Pra facilitar o entendimento vamos dividir por partes:

  • HISTÓRIA OCULTA
  • A ESTRATÉGIA DO MARKETING  
  • OS PERIGOS
  • OS ESTUDOS
  • PROCESSAMENTO
  • O MITO DOS MONOINSATURADOS


HISTÓRIA OCULTA
Vamos começar com um pouco de história. O período de tempo é o meados da década de 1980 e a indústria alimentar está tendo um problema. Em coordenação com a Associação Americana do Coração (American Heart Association), com numerosas agências governamentais e com departamentos de nutrição das principais universidades, a indústria vinha promovendo os óleos poliinsaturados como uma alternativa saudável para o coração em relação às gorduras saturadas “obstruidoras de artérias”. Desafortunadamente, estava vez ficando mais claro que os poliinsaturados, particularmente o óleo de milho e o óleo de soja, causariam numerosos problemas de saúde, inclusive e especialmente o câncer.1
A indústria estava amarrada. Não poderia continuar utilizando quantidades grandes de óleos poliinsaturados líquidos e proclamarem seus saudáveis predicados face às evidências que acabariam por demonstrar seus perigos. Mas esses mesmos fabricantes não podiam retornar ao emprego tradicional e saudável de gorduras saturadas - manteiga, toicinho, banha, gordura de coco e óleo de palma - sem causar um alvoroço. Além disso, essas gorduras têm um alto custo para as implacáveis margens de lucro da indústria.
A solução foi abraçar o uso de óleos monoinsaturados, tal como o óleo de oliva (azeite). Estudos tinham mostrado que o óleo da azeitona tem um efeito “melhor” do que os óleos poliinsaturados nos níveis de colesterol e em outros parâmetros do sangue. Além disso, Ancel keys e outros promotores da idéia da dieta cardíaca (diet-heart Idea) tinham popularizado a noção que a dieta do Mediterrâneo - rico em azeite em conjunto com imagens de uma existência despreocupada sob o sol daquelas ilhas – protegeria contra a doença cardíaca e assegurava uma vida longa e saudável. 
O Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue (NHLBI) patrocinou o Primeiro Seminário sobre Monoinsaturados da Philadelphia. A reunião foi presidida por Scott Grundy, um prolífico escritor e apologista da noção de que o colesterol e as gorduras de origem animal causam doença do coração. Aqui um dos primeiros GRANDES erros da história da medicina moderna, pois a população está pagando o preço desta informação infame a qual tantos profissionais de saúde continuam aceitando e divulgando. 

Mas os representantes da indústria de óleo comestível, incluindo a Unilever, estavam presentes. O Segundo Seminário sobre Monoinsaturados tomou lugar em Bethesda, Maryland, no início de 1987. O dr. Grundy foi associado a Claude Lenfant, cabeça do NHLBI, e os oradores incluíam Fred Mattson, que tinha passado muitos anos na Proctor e Gamble, e o cientista Holandês Martign Katan, que mais tarde viria a publicar pesquisas que mostravam os problemas com os ácidos graxos “trans”. Nessa época os artigos que exaltavam as virtudes de óleo de oliva começavam a aparecer na imprensa popular. 
O problema para a indústria é que não haveria azeite suficiente no mundo para atender suas necessidades. E, como a manteiga e outros gorduras tradicionais, o óleo da azeitona seria também bem mais caro para utilização em alimentos processados. A indústria precisaria de um óleo monoinsaturado menos dispendioso. 
O óleo de colza (Rapeseed oil) era um óleo monoinsaturado que tinha sido usado extensivamente em muitas partes do mundo, notavelmente na China, Japão e Índia. Contém quase 60% de ácidos graxos monoinsaturados (comparado aos quase 70 por cento do azeite). Desafortunadamente, quase dois terços dos ácidos graxos monoinsaturados da colza é ácido erúcico, um ácido graxo monoinsaturado com 22 carbonos, que está associado com a doença de Keshan, caracterizada por lesões fibróticas do coração. 
CRIANDO O MARKETING 

Em 1978, a indústria firmou o termo "canola", para o "Óleo canadense" (Canadian Oil), uma vez que essa nova colza foi originada no Canadá. "Canola" também soava de forma semelhante a expressões positivas na língua inglesa: “can do” and “payola” – muito favoráveis na linguagem do jargão do marketing.  Entretanto, o nome novo não emplacou até o início da década de 90.
O desafio inicial para Conselho Canadense da Canola seria o fato de que a colza não tinha recebido o status de GRAS (Geralmente reconhecido como seguro) pelo FDA americano (Administração de Alimentos e Medicamentos, órgão que regula a liberação de alimentos e medicamentos nos EUA, NT.) Uma mudança na regulamentação seria necessária antes que a canola pudesse ser comercializada nos Estados Unidos. 4 Precisamente como isso aconteceu não foi revelado, mas o status de GRAS foi concedido em 1985, pelo qual, existe rumores, de que o governo Canadense teria gasto 50 milhões de dólares pela liberação.
Como a canola foi dirigida ao crescente número de consumidores preocupados com sua saúde, as técnicas de marketing teriam que ser mais sutis do que as técnicas de propaganda televisa dos “junk foods”. A indústria teria que administrar o manejo do perfeito casamento entre a ciência com o óleo canola – reduzido teor de gordura saturada e rico em monoinsaturados. Adicionalmente, o óleo de canola contém mais de 10% de ômega-3, a descoberta mais recente que os nutricionistas tinham estabelecido. A maioria dos americanos são deficientes em ômega-3, um ácido graxo que tinha sido demonstrado como benéfico para o coração e para o sistema imunológico. O desafio seria como comercializar este ácido graxo, um verdadeiro “sonho que virou realidade”, para os consumidores mais esclarecidos. 
O óleo Canola começou a aparecer nas receitas de livros de saúde afiados, como o de Andrew Weil e Barry Sears. A técnica foi exaltar as virtudes da dieta do Mediterrâneo e do azeite (de oliva) no texto, e então listar “óleo de oliva ou óleo de canola” nas receitas. Um informante na indústria da editoração nos disse que desde os anos 90 os maiores editores não iriam aceitar livros de receitas, se eles não incluíssem canola como ingrediente.
A estratégia da indústria da canola - conferências científicas, promoção para consumidores diferenciados através de livros como The Omega Diet e de artigos em seções de saúde de jornais e revistas - obteve êxito. No final dos anos 90 a canola tinha voado alto, e não apenas nos EUA.  Atualmente China, Japão, Europa, México, Bangladesh e Paquistão, todos compram quantidades significativas. A canola cresce bem em ambientes áridos tais como a Austrália e as planícies Canadenses, onde se tornou na principal lavoura econômica. É o óleo de escolha em mercados de alimentos saudáveis como o Fresh Fields (comidas integrais), e cresce como item de supermercado. É comumente utilizado em margarinas sendo amplamente recomendado para redução do colesterol. A canola hidrogenada é utilizada cada vez mais em frituras, especialmente em restaurantes.

PERIGOS 
Artigos relacionados com os perigos do óleo de colza são rampantes na  Internet, a maior parte originado de um artigo, "Cegueira, doença da Vaca Louca Doença e o óleo Canola (Blindness, Mad Cow Disease and Canola Oil)" de John Thomas, que apareceu na revista Perceptions, de março/abril de 1996. 
Glicosídeos ou glicosinolatos (compostos que produzem açúcar pela hidrólise) são encontrados na maior parte dos membros da família brassica, incluindo brócolis, couve, repolho e nas mostardas. Eles contêm enxofre (não arsênico), o que dá um aroma picante aos vegetais tipo as mostardas e as crucíferas. Estes compostos são goitrogênicos (provocador de bócio, na tireóide, NT.) e devem ser neutralizados pelo cozimento ou pela fermentação. Como os alimentos à base de colza têm altas taxas de glicosídeos, não poderia ser usados em quantidades grandes como ração para animais. 
As hemaglutininas, substâncias que promovem a coagulação do sangue e que prejudica o crescimento, é encontrado na porção protéica da semente, embora vestígios podem aparecer no óleo. 

OS ESTUDOS 
Os primeiros estudos publicados sobre o novo óleo foram desenvolvidos em 1978 com recursos de pesquisa da Unilever na Holanda e obviamente não trariam informações ruins a respeito deste produto desenvolvido por eles próprios, não é mesmo? Em estudos iniciais, os animais alimentados com colza com altas taxas de ácido erúcico mostraram retardo de crescimento e mudanças indesejáveis em vários órgãos, especialmente o coração, uma descoberta que provocou a assim chamada “crise do ácido erúcico” o que impeliu os geneticistas da planta a desenvolver versões novas da semente.   
Por último, estudos empreendidos nas Divisões de Pesquisa de Saúde e Toxicologia de Ottawa, Canadá, descobriu que ratos criados para terem pressão do sangue elevada e propensos ao acidente vascular cerebral têm uma expectativa de vida menor quando são alimentados com o óleo de canola sendo a única fonte de lipídios. Os resultados de um estudo posterior sugeriram que o culpado seria um composto esteróide do óleo, que “tornaria a membrana celular mais rígida” e contribuindo para o encurtamento da vida dos animais.
Todos estes estudos apontam na mesma direção - que o óleo de canola definitivamente não é saudável ao sistema cardiovascular. Como o óleo de colza, seu predecessor, o óleo canola está associado com lesões fibróticas no coração. Também causa deficiência de vitamina E, mudanças indesejáveis nas plaquetas, e encurta a expectativa de vida de ratos (propensos ao derrame), quando esse óleo é a única fonte lipídica da dieta. Além disso, parece retardar o crescimento, o que faz com que o FDA não permita o uso de óleo de canola em fórmulas infantis.19 (Fórmulas infantis comerciais vendidas no Brasil, como o NAN®, da Nestlé, têm óleo de canola em sua composição, NT.). Um verdadeiro absurdo!
Quando gorduras saturadas são adicionados à dieta, os efeitos indesejáveis de óleo canola são suavizado, por incrível que pareça, pois tudo o que nós sempre ouvimos falar é que gordura saturada faz mal, mas esta informação é completamente equivocada. 

PROCESSAMENTO
Uma grande parte do óleo de canola utilizado nos alimentos processados foi “endurecida” através do processo de hidrogenação, o que introduz altos níveis de ácidos graxos trans no produto final, algo em torno de 40%.  De fato, os hidrogenados do óleo canola são muito atrativos, pois são melhores que os óleos de milho e de soja, uma vez que os modernos métodos de hidrogenação tem ação preferencial sobre o ômega – 3, e o óleo de canola é rico em ômega - 3. Esses níveis mais altos trans significam vida mais longa para esses alimentos processados nas prateleiras, uma textura crocante nos biscoitos e nas bolachas - e mais riscos de doença crônica ao consumidor.

 Gráfico do processamento dos óleos vegetais alimentares


O MITO DOS MONOINSATURADOS

A aceitação pelo consumidor do óleo de canola representa uma entre uma série de vitórias da indústria de alimentos processados, cuja meta é a substituição de todos os alimentos tradicionais pelos alimentos de imitação, originados a partir de produtos derivados da soja, do milho, do trigo, e outras sementes oleaginosas. O óleo de canola veio a salvar a indústria uma vez que a promoção de óleos poliinsaturados, como soja e milho, foi se tornando cada vez mais insustentável. Os cientistas poderiam endossar o óleo canola com boa intenção, como se fosse um óleo saudável para o coração, com suas reduzidas taxas de gordura saturada, com suas altas taxas de monoinsaturados e por ser uma boa fonte de ômega-3.
Mas a maior parte do ômega–3 do óleo de canola é transformado em gorduras trans durante o processo de desodorização; e pesquisas continuam a provar que a gordura saturada é necessária e altamente protetora.
 O excesso de ácido oléico (o tipo de ácido graxo monoinsaturado do azeite e do óleo canola) cria desequilíbrio a nível celular que pode inibir a produção de prostaglandinas.  Em um estudo, o consumo excessivo de gordura monoinsaturadas estaria associado com um risco aumentado de câncer de mama.

Sobre as autoras:  
Mary G. Enig, PhD é a autora de  “Know Your Fats: The Complete Primer for Understanding the Nutrition of Fats, Oils, and Cholesterol, Bethesda Press, maio, 2000.Peça sua cópia no site: www.enig.com/trans.html.
Sally Fallon é a autora de Nourishing Traditions: The Cookbook that Challenges Politically Correct Nutrition and the Diet Dictocrats, e “Eat Fat, Lose Fat” (juntamente com M. Enig, PhD), além de um grande número de artigos sobre dietas e saúdes. Ela é a presidente da Weston A. Price Foundation e fundadora da campnah pelo leite bruto integral (A Campaign for Real Milk). Ela é a mãe de quatro crianças saudáveis nutridas com alimentos integrais como manteiga, nata, ovos e carne.


Referências  
1.             MG Enig and SW Fallon. The Oiling of America.
2.             RK Downey. Genetic Control of Fatty Acid Biosnythesis in Rapeseed. Journal of the American Oil Chemists Society, 1964;41:475-478.
3.             Journal of the American Oil Chemists' Society, December 1986;63(12):1510.
4.             Canola - a new oilseed from Canada. Journal of the American Oil Chemists' Society, September 1981:723A-9A.
5.             The amount of the advance was $350,000. Personal email communication, Jo Robinson, co-author of The Omega Diet.
6.             AP Simopoulos and N Salem, Jr. Egg yolk as a source of long-chain polyunsaturated fatty acids in infant feeding. American Journal of Clinical Nutrition, 1992;55
7.             AP Simopoulos and J Robinson. The Omega Plan. Harper Collins Publishers, New York, NY, 1998.
8.             Canola - a new oilseed fromCanada. Journal of the American Oil Chemists' Society, September 1981:723A-9A.
9.             M Purdey. Educating Rida. Wise Traditions, Spring 2002;3(1):11-18.
10.          When we contacted Dr. Wolke to provide him with evidence of canola dangers, he was dismissive.
11.          RO Vles and others. Nutritional Evaluation of Low-Erucic-Acid Rapeseed Oils. Toxicological Aspects of Food Safety, Archives of Toxicology, Supplement 1, 1978:23-32
12.          HL Trenholm and others. An Evaluation of the Relationship of Deitary Fatty Acids to Incidence of Myocardial Lesions in Male Rats. Canadian Institute of Food Science Technology Journal, October 1979;12(4):189-193
13.          JKG Kramer and others. Reduction of Myocardial Necrosis in Male Albino Rats by Manipulation of Dietary Fatty Acid Levels. Lipids, 1982;17(5):372-382.
14.          FD Sauer and others. Additional vitamin E required in milk replacer diets that contain canola oil. Nutrition Research, 1997;17(2):259-269.
15.          JK Kramer and others. Hematological and lipid changes in newborn piglets fed milk-replacer diets containing erucic acid. Lipids, January 1998;33(1):1-10.
16.          SM Iunis and RA Dyer. Dietary canola oil alters hematological indices and blood lipids in neonatal piglets fed formula. Journal of Nutrition, July 1999;129(7):1261-8.
17.          WMN Ratnayake and others. Influence of Sources of Dietary Oils on the Life Span of Stroke-Prone Spontaneously Hypertensive Rats. Lipids, 2000;35(4):409-420.
18.          MN Wallsundera and others. Vegetable Oils High in Phytosterols Make Erythrocytes Less Deformable and Shorten the Life Span of Stroke-Prone Spontaneously Hypertensive Rats. Journal of the American Society for Nutritional Sciences, May, 2000;130(5):1166-78
19.          Federal Register, 1985.
20.          OA Levander and MA Beck. Selenium and viral virulence. British Medical Bulletin, 1999;55(3):528-33.
21.          H Gerster. Can adults adequately convert alpha-linolenic acid (18:3n-3) to eicosapentaenoic acid (20:5n-3) and docosahexaenoic acid (22:6n-3)? International Journal of Vitamin and Nutrition Research 1998;68(3):159-73.
22.          Wall Street Journal, June 7, 1995, p. B6.
23.          MG Enig. Benefits of Saturated Fats. Wise Traditions, Summer 2000;1(2):49.
24.          S O'Keefe and others. Levels of Trans Geometrical Isomers of Essential Fatty Acids in Some Unhydrogenated US Vegetable Oils. Journal of Food Lipids1994;1:165-176.
25.          JL Sebedio and WW Christie, eds. Trans Fatty Acids in Human Nutrition, The Oily Press, Dundee, Scotland, 1998, pp 49-50.
26.          MG Enig, Trans Fatty Acids in the Food Supply: A Comprehensive Report Covering 60 Years of Research, 2nd Edition, Enig Associates, Inc., Silver Spring, MD, 1995.
27.          Horrobin, David F, Prostaglandins: Physiology, Pharmacology and Clinical Significance, The Book Press, Brattleboro, Vermont, 1978, p 20, 35
28.          V Pala and others. Erythrocyte membrane fatty acids and subsequent breast cancer: a prospective Italian study. Journal of the National Cancer Institute, July 18, 2001;93(14):1088-95.
29.          LL Rudel and others. Dietary monounsaturated fatty acids promote aortic atherosclerosis in LDL-receptor-null, human ApoB100-overexpressing transgenic mice. Arteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology, November 1998;18(11):1818-27.

LIGAÇÕES PERIGOSAS

 LIGAÇÕES PERIGOSAS É MAIS QUE UM FILME

Cabos submarinos: Mais de 95% das telecomunicações do planeta passam neles. Capaz de 150 milhões de ligações ao mesmo tempo

Antigamente, quase toda a comunicação intercontinental era feita através de satélites: de ligações telefônicas a sinais de TV, quase tudo era recebido e enviado através deles. No início da Internet, os links de satélite também eram muito comuns, mas o alto custo, altíssima latência e baixa largura de banda acabaram fazendo com que os satélites perdessem a corrida para os links de fibra. Hoje em dia, satélites são usados como links de backup e como opção de acesso remoto para áreas remotas, porém mais de 99% do tráfego intercontinental passa pelos onipenetrantes links de fibra, que hoje em dia envolvem os 6 dos 7 continentes, deixando de fora apenas a Antártida.
Cabos transatlânticos de comunicação não são uma coisa nova. De fato, no final do século 19 já existia uma grande malha de cabos de telégrafo ligando a Europa, Américas, África, Ásia e Oceania, a maior parte deles obra do império Britânico. Na época eram usados cabos de cobre e não existiam repetidores, de forma que era necessário usar uma tensão muito alta de um lado para obter um sinal fraco e ruidoso do outro. Ao longo do século 20 vários novos cabos foram instalados com o objetivo de atender às empresas de telefonia, mas foi apenas nas últimas décadas que os links transatlânticos deram seu grande salto, passando a atender à Internet.
Embora relativamente finos (com cerca de 7 centímetros de espessura) os cabos submarinos são construídos para serem bastante resistentes. Por baixo de uma grossa camada de poliestireno (1) temos uma camada de mylar (2), múltiplos cabos de aço, destinados a tornarem o cabo resistente mecanicamente (3), camadas de alumínio e policarbonato, que garantem a proteção contra a água (4, 5), um tubo de cobre (6) uma camada de gel (7) e por fim o feixe de cabos de fibra, que são a parte realmente importante:







Além do uso de fibras de alta qualidade, os links incluem repetidores ópticos de estado sólido, integrados aos cabos em intervalos de cerca de 100 km. Eles retransmitem o sinal degradado, permitindo que os links sejam estendidos por milhares de quilômetros. Estes repetidores são alimentados por energia transmitida através do próprio cabo, fazendo com que estações em terra sejam realmente necessárias apenas nos pontos em que é necessário realizar roteamento de pacotes ou integrar vários links.
Estes cabos são instalados no leito do oceano a um custo de vários bilhões de dólares por navios especializados. O trabalho é feito em duas etapas, com o navio movendo-se lentamente e despejando o cabo no leito do oceano e um instalador robótico conectado a ele cavando uma cova rasa no leito do oceano e enterrando o cabo na mesma velocidade. Para que a degradação do sinal seja a menor possível, o cabo precisa ser instalado em trechos perfeitamente retos, o que demanda uma navegação especialmente precisa.





 Atualmente, já é possível transmitir 40 gigabits por fio de fibra e cada cabo é composto por um grande número de fio, levando a capacidade total de transmissão para a casa dos terabits, de acordo com a capacidade do cabo específico e o percentual de fibras escuras (links de fibra que ainda não estão sendo usados):


Os cabos submarinos são complementados pelos cabos instalados em terra, que normalmente são instalados junto a estradas ou linhas de transmissão de energia ou gás, criando uma malha de fibra que se espalha por todas as principais cidades. Outras modalidades de acesso, como o ADSL, cabo, 3G  etc. são conectadas a estes links de fibra, permitindo que os assinantes ganhem acesso à grande rede.
Enquanto escrevo, existem 188 trechos submarinos ativos ou planejados (que você pode examinar no submarinecablemap.com), mas novos trechos estão sendo continuamente estudados para aumentar a capacidade da rede ou reduzir a latência.
Dentro dos cabos, o sinal viaja praticamente à velocidade da luz e mesmo com o atraso introduzido pelos repetidores e roteadores pelo caminho, é possível conseguir latências muito boas. Hoje em dia, é possível conseguir pings entre São Paulo e Londres abaixo de 150 ms, ou entre São Paulo e Tóquio na casa dos 300 ms, o que seria impensável no início da Internet.
Mesmo assim, novos cabos estão sendo continuamente instalados, com o objetivo de aumentar a capacidade ou reduzir a latência. Um exemplo recente é o novo trecho que ligará o Reino Unido ao Japão, passando pelo oceano ártico, ao norte do Canadá, a um custo total de mais de 3 bilhões de dólares (pela instalação de três cabos, juntamente com as estações de controle, roteadores, etc.) em um esforço para reduzir a latência das transmissões entre o Reino Unido e os países da Ásia. A latência entre Londres e Tóquio por exemplo será reduzida de 230 para 170 ms, uma diferença importante para aplicações críticas, como no caso do mercado de ações. Aproveitando a deixa, serão interligadas diversas regiões do Ártico que anteriormente dispunham apenas de lento acesso via satélite:

terça-feira, 22 de abril de 2014

VACINA CONTRA A GRIPE A FARSA RECOMEÇA

RECOMEÇA MAIS UMA VEZ A CIRANDA DA MORTE COM CAMPANHA
CONTRA A GRIPE SUINA H1N1 VIARIA E OUTRAS MENTIRAS
LEIA ESTA MATERIA
A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM


 Dr. Alessandro Loiola
Era uma fresca manhã de 14 de maio de 1796 quando o médico inglês Edward Jenner pegou o menino James Phipps e arranhou e bezuntou seus braços com secreções purulentas colhidas das mãos de uma ordenhadeira chamada Sarah. Sarah havia recentemente contraído uma forma de varíola bovina das tetas de sua vaquinha predileta, Blossom. E Blossom, ruminando serena, nem sabia o que eram varíola ou tetas, tampouco que ela própria era um bovino.

E então James, de apenas 8 anos de idade, adoeceu, teve febre, sentiu-se mal por alguns dias e recuperou-se. Mas isso não foi suficiente para Jenner. Após alguns dias, ele investiu novamente sobre o menino (cientificamente falando, claro), sentando-lhe uma dolorosa injeção de material fresco de varíola humana. Afora a picada, o menino nada sentiu ou desenvolveu. Ele havia se tornado imune à varíola – o equivalente atual a ser imune ao HIV.

A experiência bizarra de Jenner poderia ser classificada como algo entre o desumano e o neonazista – ou ambos -, mas sua audácia resultou em um avanço que salvaria mais vidas que qualquer outra descoberta médica na assombrosa história da humanidade. Utilizando camponeses como porquinhos da Índia, Jenner havia descoberto a vacinação.

Quase 3 séculos mais tarde, somos assolados por uma nova epidemia. Desta vez, uma mutação do banal vírus da Gripe. Sim, banal. Perto de uma garrafa de cerveja, o influenza H1N1 é um iniciante: calcula-se que o H1N1 tenha ceifado cerca de 15 mil vidas no ano passado, em todo o mundo. No mesmo período e local, pelo menos 2,3 milhões de pessoas morreram devido a problemas relacionados ao consumo de álcool - e você não tem um ataque de pânico ao ver uma garrafa de Chivas, tem?

Ah, sim: segundo dados da OMS, a cada ano o trânsito causa mais de 1 milhão e duzentas mil mortes e o Fumo, cerca de 5.000.000 de óbitos. Se você conhece algum tabagista que dirige, providencie agora mesmo uma coroa de flores para ele. Quem sabe comprando adiantando você consegue um bom desconto.

Por causa da burrice generalizada... perdão, deixe-me corrigir: por causa das agendas equivocadas, da incapacidade institucionalizada e da corrupção hereditária, nosso governo vai investir uma senhora grana na aquisição e distribuição de mais de 100 milhões de doses da vacina contra H1N1. Pilhas e pilhas e pilhas de notas de reais investidos em uma campanha nacional de seringa-marketing. Tsc, tsc.

Quer melhorar a saúde da população? Então que tal não deixar faltar remédio para hipertensão no posto saúde e acompanhar de perto todo e qualquer hipertenso? Afinal de contas, a hipertensão arterial é responsável por mais de 7 milhões de mortes prematuras a cada ano.

Mas tudo bem. Isso combina como uma luva com a estratégia de saúde de um (des)Governo que criou com pompas e circunstâncias o Fome Zero, destinado a aplacar a desnutrição de 18 milhões de brasileiros – e pouco fez para controlar o excesso de peso que atinge outros 70 milhões de patrícios. Temos 3 gordos para cada 1 desnutrido e querem distribuir mais comida. Tá certo. Nada contra. O faturamento do meu consultório agradece.

Minha pirraça com esta campanha de imunização contra o H1N1 reside na sinistra rapidez com que uma vacina de massa foi desenvolvida e prontamente disponibilizada à população. Os primeiros casos de H1N1 foram detectados em abril de 2009 e menos de um ano depois já temos uma vacina “absolutamente segura e eficaz”? Hum... sei não... vou perguntar pro Papai Noel, pode?

Em 1999, uma vacina infantil “altamente eficiente” contra rotavírus foi rapidamente retirada do mercado nos EUA: após 14 meses de vacinações, as estatísticas mostraram que a RotaShield aumentava de modo significativo o risco de intussuscepção – um tipo de obstrução intestinal potencialmente fatal.

Até hoje, corre solta a discussão se o aumento nos casos de autismo observado nas últimas décadas não estaria relacionado ao timerosal, um conservante presente em muitas vacinas. A pressa é inimiga da perfeição – e vizinha do superfaturamento.

Uma (excelente) revisão recente da Cochrane Collaboration, envolvendo mais de 70 estudos científicos de qualidade, concluiu que nem mesmo a vacina contra gripe comum possui evidências concretas sobre sua eficácia em pessoas com mais de 65 anos de idade. Que dirá a vacina para o H1N1.

A princípio, espera-se que uma vacina cause menos efeitos que a doença contra a qual ela oferece proteção. Mas esses dados ainda não estão disponíveis para a vacina contra o H1N1. Os próprios especialistas americanos, do CDC, do FDA e do Departamento de Defesa estão vigilantes para identificar quaisquer eventuais efeitos colaterais. “Podem ocorrer alguns efeitos adversos, algo poderia acontecer, mas nós acreditamos que isto é altamente improvável”, disse o especialista Dr. Mark Mulligan, diretor executivo do Emory Vaccine Center, em Atlanta (EUA).

Como é que é? Eles “acreditam” que um efeito colateral é altamente improvável? É alguma procissão de fé? Chama o Papai Noel aí de novo.

Eu muito modestamente creio que um programa direcionado para a melhoria das condições sanitárias e nutricionais da população possuiria uma relação de custo-benefício bem superior a certas campanhas de vacinação. Por exemplo: por que não substituir a campanha anual de vacinação contra gripe por um programa sazonal orientando a população a utilizar suplementos de vitamina D3?

Ao contrário da vacina, a vitamina D3 oferece uma proteção quase universal contra o Influenza. Além disso, em doses maiores, a D3 pode ser capaz de curar a gripe.

Lamentavelmente, a mentalidade feudal de Edward Jenner prevalece. Seu legado intelectual pode ser insubstituível, mas não tenho vocação para cobaia. Entre as injeções contra H1N1 e o estábulo, ainda prefiro o úbere de Blossom.

Se a curiosidade lhe mordeu, recomendo então mais alguns links para artigos sensatos sobre H1N1 e a milagrosa vacina:

- Pandemia de gripe ou pandemia de pânico? -
http://www.channel4.com/news/articles/science_technology/pandemic+flu+or+pandemic+panic/3279557

- Uma gigantesca indústria aguarda pela pandemia - http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119,00.html

- O que nós realmente sabemos sobre a vacina?
http://www.theglobeandmail.com/news/opinions/what-do-we-know-about-the-vaccines-safety-not-enough/article1242422/

- Estudo de Vigilância Epidemiológica na Austrália conclui: não existem evidências mostrando proteção significativa da vacina contra gripe em qualquer faixa etária. http://pesquisa.bvsalud.org/h1n1/resources/mdl-19660248

- Entrevista com Dr. Tom Jefferson, renomado epidemiologista do Cochrane Collaboration Group - http://blogs.ft.com/healthblog/2009/09/11/interview-dr-tom-jefferson-and-pandemic-flu-vaccines/
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Formado em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com especialização em Cirurgia Geral pela Fundação Educacional Lucas Machado (Belo Horizonte/MG), o médico capixaba Alessandro Loiola vem atuando há mais de 10 anos como desenvolvedor de conteúdo científico para jornais, revistas, canais de televisão e Internet. Palestrante, autor de vários livros sobre saúde e centenas de artigos publicados no Brasil e no exterior, Dr. Alessandro pode ser encontrado como colunista e colaborador em mais de 200.000 páginas na Web. Atualmente, reside e clinica em São José dos Campos, São Paulo.

Fonte:

Saúde Para Todos: A VACINA CONTRA H1N1: NOTÍCIAS DIRETO DO ÚBERE DE BLOSSOM



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