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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O BRASIL ENVENENADO ALIMENTOS QUE MATAM

O Brasil envenenado: alimentos para a vida ou para a morte?

Alimentos Contaminados por Agrotóxicos. Fonte: www.pratoslimpos.org.br.
Por Thiago Lucas Alves da Silva*
1-Uso de agrotóxicos no Brasil
Brasil é Bicampeão Mundial no uso de Agrotóxicos. Tanto em 2008 quanto em 2009, o Brasil foi o maior consumidor de agrotóxicos do mundo.
Na safra de 2008/2009, foram vendidos 7,125 bilhões de dólares em agrotóxicos. O uso dos agrotóxicos no Brasil é tão intenso que, fazendo uma distribuição da quantidade de veneno (920 milhões de toneladas) utilizado no ano de 2009 por habitante (192 milhões), chega-se à conclusão de que cada brasileiro consumiu uma média de 4,7 kg de agrotóxicos. Em 2010, mais de um milhão de toneladas (o equivalente a mais de 1 bilhão de litros) de venenos foram jogados nas lavouras, ou seja, cada brasileiro teria consumido estarrecedores 5,2kg/ano, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (SINDAG, 2010). Vejamos abaixo como o Brasil chegou a esse título nada lisonjeador.
2- Revolução Verde – A gênese do atual modelo predatório agrícola brasileiro
A ideia de uma produção capitalista em larga escala no campo surge no contexto da Revolução Verde, que teve origem após as grandes guerras mundiais, quando a indústria química fabricante de venenos então usados como armas químicas encontrou na agricultura um novo mercado para os seus produtos (LONDRES, 2011). A partir da década de 1950, tornou-se o paradigma dos países desenvolvidos e modelo de desenvolvimento a ser seguido pelos países periféricos como o Brasil.
A Revolução Verde foi um processo de mudança da política agrícola e tecnológica implementada a partir da Segunda Guerra Mundial. Com um falso discurso de modernização do campo, esse processo incentivou e impôs a prática de monocultivos, uso de sementes híbridas e geneticamente modificadas (os transgênicos[i]), uso de mecanização pesada no campo e uso de pacotes agroquímicos.
O final da década de 1970 e início da década de 1980 foi o auge do processo de subordinação da agricultura à indústria e com crédito fácil para expandir a industrialização da lavoura que, por sua vez, possibilitou uma maior implementação de máquinas e outros insumos químicos na agricultura. Este processo segue se desenvolvendo na agricultura brasileira, recebendo cada vez mais influência externa (econômica e ideológica) até chegar a ser o que denominamos hoje de agronegócio.
Goodman, Sorj e Wilkinson (1990) nos auxiliam a compreender o processo de adaptação da agricultura aos ditames do modo de produção capitalista, por se transformar num ramo cada vez mais articulado a tais práticas. No entanto, esses autores sinalizam que essa adaptação da agricultura à produção capitalista encontrou barreiras ao se defrontar com condições naturais de reprodução da natureza.
Com o intuito de explicar como este processo se desenvolveu, os autores indicam como os elementos naturais foram sendo, pouco a pouco, eliminados da produção agrícola e implementados pela atividade industrial. Para analisar as dimensões destas mudanças, os autores lançam mão de dois conceitos que se complementam no sentido de identificar o caminho seguido pela industrialização da agricultura: apropriacionismo e substitucionismo.
Assim, diferentes aspectos da produção agrícola foram transformados em setores específicos da atividade industrial. A este processo descontínuo, porém persistente, de eliminação de elementos discretos da produção agrícola, sua transformação em atividades agrícolas e sua reincorporação na agricultura sob a forma de insumos designamos apropriacionismo. Os produtos da agricultura igualmente apresentaram problemas singulares para a produção industrial. O destino deles como alimento impedia sua simples substituição por produtos industriais. Entretanto, o surgimento da indústria alimentícia, argumentamos, representa um processo igualmente descontínuo, mas permanente, de alcançar a produção industrial de alimentos, que denominamos de substitucionismo. Neste processo, a atividade industrial não apenas representa uma proporção crescente de valor agregado, mas o produto agrícola, depois de ser primeiramente reduzido a um insumo industrial, sofre cada vez mais a substituição por componentes não agrícolas. (GOODMAN, SORJ e WILKINSON, 1990, p.1-2)
Neste sentido, os conceitos de apropriacionismo e substitucionismo nos ajudam a compreender como se deu a integração do setor agrícola à lógica industrial, seja procurando diminuir a dependência desse setor aos fatores naturais, seja transformando os produtos agrícolas em meros insumos industriais e, assim, comprometendo a existência do setor agrícola e de sua principal característica que se encontra no ritmo de produção da natureza e não da indústria.
Para a que as transformações propostas pela Revolução Verde fossem rapidamente incorporadas, foi fundamental a atuação do Estado enquanto agente promotor e financiador do “pacote tecnológico” e, consequentemente, da subordinação da agricultura aos interesses urbano-industriais. Isto culminou na formação dos chamados complexos agroindustriais (e suas implicações para agropecuária ao estabelecer uma nova relação entre os setores da agricultura e indústria), sendo estes um verdadeiro reflexo das transformações citadas e desenhando estes os traços que marcaram a chamada “modernização conservadora” da agricultura brasileira.
De forma genérica, pode-se apontar, num sentido amplo, que o agronegócio ou agribusiness se refere a um tipo de produção agrícola em grande escala e em grandes propriedades. Porém, diante das intrínsecas relações com o comércio e a indústria, hoje compreende também toda cadeia de produção agropecuária, a comercialização desta produção e de todos os elementos necessários à sua viabilização, bem como a produção de insumos, maquinários, tecnologias (biotecnologia, transgênicos) e a industrialização da produção e sua distribuição.
No atual período de globalização neoliberal, o agronegócio cada vez mais vem sendo controlado por empresas e não pelos produtores. No caso do Brasil, há grandes corporações transnacionais como a Cargil, Bunge, Monsanto, Bayer, e outras, que determinam o preço das sementes, dos fertilizantes, dos defensivos agrícolas, dos maquinários, e também interferem na cotação final do produto quando de sua comercialização, que em grande parte é destinada para o mercado externo. Em 2007, 58,5% de toda produção de frango, 52% do etanol, 41% do açúcar e 36,3% da soja do Brasil foi exportada (ANUÁRIO EXAME, 2008).
A força do poder do agronegócio não se encontra apenas na economia. Através da análise das práticas institucionais de parlamentares brasileiros, pode-se constatar uma rede que tem como grande objetivo defender os mais diversos interesses do(s) (empresários do) agronegócio, em especial, a propriedade privada da terra. Essa rede do agronegócio formada por parlamentares é conhecida como a bancada ruralista (BRUNO, 1991; COSTA, 2008 e VIGNA, 2007). É possível afirmar que o poder e a força patronal no campo brasileiro são construídos pelo intenso e incessante movimento articulado de distintas escalas (em rede) de pressão e influência, encontrando na bancada ruralista sua expressão máxima de defesa e proteção das elites do agro no Brasil, reconhecendo sua forma de organização superior a qualquer critério político e democrático.
Segundo Porto-Gonçalves, (2008) o bloco de poder do chamado agronegócio é atualmente técnico-científico-agroindustrial-financeiro-midiático e parlamentar, garantia institucional que mantém e reproduz as atuais e assimétricas relações sociais e de poder inseridas no mundo rural brasileiro e que conserva a perversa estrutura fundiária brasileira. Sendo assim, o agronegócio é o resultado de uma aliança entre empresas transnacionais, o capital financeiro e grandes proprietários de terras, nacionais e estrangeiros.
Os agrotóxicos são uma das bases (de produção e comercialização) do agronegócio, pois grande parte das empresas que atuam no ramo da produção de sementes também atua no campo da produção e comercialização de agrotóxicos. Nos últimos anos, estas empresas passaram por processos fusões e aquisições que as levaram ao controle oligopolizado da agricultura brasileira.
3- O financiamento público para o agronegócio e o uso dos agrotóxicos
O Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário é a soma de todas as mercadorias agrícolas vendidas. Os dados disponíveis pelo IBGE apontam que o PIB agropecuário de 2009 esteja em torno de R$ 163 bilhões, cerca de 15% do PIB total do Brasil.
Desse montante, cerca de R$ 120 bilhões sejam do agronegócio. Para entender o que significam esses R$ 163 bilhões, é necessário conhecer o modelo que sustenta esse tipo de produção. Mais da metade do valor gerado – cerca de R$ 90 bilhões – é o volume de crédito oficial destinado aos “empresários” do agronegócio, ou seja, seis vezes mais do que a verba do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), destinada aos agricultores familiares para a safra 2009/2010, que foi de R$ 15 Bilhões[ii].
Para seguir o modelo da “moderna agricultura”, grande parte dos R$ 90 bilhões de crédito vai para o pacote máquinas-fertilizantes-agrotóxicos. E quem se beneficia com esse crédito? As grandes empresas transnacionais, que juntas somam lucros acima do total do PIB agrícola. Vejamos abaixo as principais produtoras de agrotóxicos no Brasil.
As principais empresas produtores de agrotóxicos no Brasil. Fonte: www.mst.org.br
Segundo o anuário do agronegócio referente a 2010, os ativos das 50 maiores empresas do setor de insumos químicos ficaram em R$ 189 bilhões. As dez maiores controlam 51% do já oligopolizado mercado. Deste valor, parte considerável vai para o mercado de agrotóxicos. As vendas mundiais de venenos chegaram a US$ 48 bilhões. No Brasil, o mercado tem crescido vertiginosamente, como podemos constatar pelo gráfico abaixo.
Gráfico 1: Taxas de crescimento das vendas de agrotóxicos no Brasil e no mundo, com base no ano 2000.
Fonte: ANVISA, 2010
Para o período de 2000 a 2009, são apresentadas no gráfico 1 as taxas de crescimento das vendas de agrotóxicos no Brasil e no mundo, com base no ano 2000. Pode-se verificar que o crescimento das vendas no Brasil foi maior que no mundo, assumindo valores superiores a 100% a partir de 2007. Em 2008, o Brasil assumiu a posição de maior consumidor de agrotóxicos do mundo, posição antes ocupada pelos Estados Unidos. Para atingir tal patamar, as empresas produtoras de agrotóxicos, além das isenções federais, possuem isenções complementares determinadas por alguns estados como o Ceará, que isenta em 100% de ICMS, IPI, COFINS e PIS/PASEP as atividades que envolvem o agrotóxico.
Larissa Mies Bombardi, professora do Departamento de Geografia USP, aponta que:
Somando as receitas das principais empresas estrangeiras produtoras de agrotóxicos no Brasil, segundo o balanço de 2009, temos um total de R$ 14 bilhões. Este dado é muito significativo, já que revela que, do PIB agrícola como um todo, o setor de agrotóxicos abocanhou, sozinho, cerca de 10%, isso lembrando que não estão computados os dados da Monsanto. Isto significa que estamos, literalmente, comendo veneno, monopolizado pelo capital estrangeiro. (MST, 06/12/2010)
Com isso, é fácil constatar que, com fortalecimento do agronegócio no Brasil, haverá aumento do cultivo de monoculturas, que acarretará em maior uso de maquinário e veneno na agricultura (Gráfico 2), ocasionando um verdadeiro desequilíbrio socioambiental.
Gráfico 2 – Previsão de entrega (venda) de fertilizantes no Brasil
Fonte: ANDA, 2008.
De acordo com o geógrafo Paulo Alentejano (DGEO/FFP-UERJ e EPSJV/Fiocruz), o controle das grandes corporações sobre a agricultura no Brasil gera concentração de renda e empobrecimento dos agricultores. Neste sentido, acreditamos que o atual cenário do espaço agrário brasileiro indica que está em curso um intenso processo de monopolização da agricultura pelo capital estrangeiro (BOMBARDI, 2011).
4- Uso de agrotóxico e o aumento de doenças
A agricultura é praticada pela humanidade há mais de dez mil anos. Desde a sua gênese o homem se preocupou em produzir e consumir alimentos nutritivos e de boa qualidade. No entanto, com o forte processo de industrialização/ urbanização que foi se delineando no mundo ao longo do tempo, o sistema capitalista procurou padronizar os hábitos alimentares, fazendo com que a alimentação humana tenha se tornado mórbida, com poucos nutrientes e sobretudo envenenada, trazendo sérias consequências para a saúde humana.
Segundo relatam Peres e Moreira (2007, p.05):
A larga utilização de agrotóxicos no processo de produção agropecuária, entre outras aplicações, tem trazido uma série de transtornos e modificações para o ambiente, seja através da contaminação das comunidades de seres vivos que o compõem, seja através da sua acumulação nos segmentos bióticos e abióticos dos ecossistemas (biota, água, ar, solo, sedimentos etc.). Um dos efeitos ambientais indesejáveis dos agrotóxicos é a contaminação de espécies que não interferem no processo de produção que se tenta controlar (espécies não-alvos), dentre as quais se inclui a espécie humana.
Segundo a ANVISA, o aumento do uso de agroquímicos agrícolas tem efeitos graves no meio ambiente, na saúde de trabalhadores rurais e nos consumidores dos alimentos (Figura 1). Os agrotóxicos podem provocar três tipos de intoxicação: aguda, subaguda e crônica.
Figura 3: Tipos de intoxicação e doenças causadas por agrotóxicos
Fonte: www.pratoslimpos.org.br
Na aguda, os sintomas surgem rapidamente. Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer.
Os agrotóxicos podem ser classificados quanto ao seu grupo químico – organoclorados, organofosforados, carbamatos, etc, – quanto à sua toxicidade – extremamente tóxicos (Faixa vermelha), altamente tóxicos (Faixa Amarela), mediamente tóxicos (Faixa Azul) e pouco ou muito pouco tóxicos (Faixa Verde) – ou ainda quanto ao seu efeito – fungicidas, herbicidas, inseticidas etc. Essas classificações sinalizam que os agrotóxicos não agem só contra insetos, fungos e plantas,  mas contra a vida dos seres humanos também.
Hoje já são comprovados os efeitos teratogênicos (nascimentos com malformações), mutagênicos (alterações genéticas gerando doenças) e carcinogênicos (surgimento de diferentes tipos de câncer na população exposta) dos agrotóxicos (INCA, 2005; TURCI, 2011). Em recente entrevista ao programa “De Frente com Gabi[iii]”, exibido pela emissora SBT – Sistema Brasileiro de Televisão -, a médica e especialista em câncer, Silvia Regina Brandalise, afirmou que o câncer é uma doença multifatorial, no entanto, “o aumento de casos de câncer entre a população com menos de 18 anos pode estar relacionado ao uso excessivo de agrotóxicos nas lavouras”, pois os agentes químicos atacam as células do corpo humano, facilitando o desenvolvimento da doença. Com isso, Silvia Brandalise expôs que “os fatores de risco que estão sendo levantados são os poluentes ambientais, que são os pesticidas, infelizmente, a indústria chama de defensivo agrícola”, mas na verdade eles são venenos agrícolas que ocasionam a “quebra da Cromátide[iv], que é o primeiro passo para a carcinogênese[v].
Segundo Silvana Rubatto (ENSP/Fiocruz), em 2002 foram registrados 10 milhões de casos de câncer no mundo e para 2020 são projetados 15 milhões. O número de mortes, no entanto, deve subir mais: dos 6 milhões verificados em 2002, projetam-se 12 milhões para 2020, sendo a alimentação o maior fator de risco, seguido pelo tabaco, setor controlado também pelas corporações transnacionais.
No entanto, existe grande dificuldade em comprovar a maior incidência de câncer devido à contaminação por uso de agrotóxicos. De acordo com Wanderley Pignati, pesquisador da UFMT, para fazer a comprovação é preciso comparar dados epidemiológicos de doenças de regiões que usam muito agrotóxico com outras que usam pouco. Segundo pesquisas feitas pelo referido pesquisador em Mato Grosso, pode-se constatar, por exemplo, que nas três regiões do Mato Grosso onde mais se produz soja, milho e algodão há uma incidência três vezes maior de intoxicação aguda por agrotóxicos, comparando com outras 12 regiões que produzem menos e usam menos agrotóxicos. Além disso, essas regiões que produzem mais soja, milho e algodão apresentam incidência duas vezes maior de câncer em crianças e adultos e malformação em recém-nascidos do que nas outras regiões que produzem menos e usam menos agrotóxicos.
Em trabalho semelhante, a pesquisadora Silvana Rubatto (ENSP/Fiocruz) apontou que a Região Serrana do Rio de Janeiro apresenta alto índice de câncer, que é motivado por fatores ambientais. Nessa região o consumo de agrotóxicos é 1822% maior que a média do estado do Rio de Janeiro, sendo uma área importante de produção de hortifrutigranjeiros, que são vendidos, sobretudo, na Região Metropolitana. No entanto, a falta de dados mais precisos nos prontuários, como a profissão do paciente, impediu que a pesquisa realizada pudesse relacionar os casos diretamente ao manuseio de agrotóxicos. Entretanto, a verificação do alto índice de câncer na região que mais utiliza agrotóxicos no estado do Rio de Janeiro é um importante indicativo dos males que este produto causa em quem os aplica, assim como naqueles que consomem os alimentos produzidos com venenos dessa região.
Outro caso de grande repercussão referente à contaminação por agrotóxico[vi] foi exposto pela bióloga Danielly de Andrade Palma[vii], através da defesa de sua dissertação de mestrado em Saúde Coletiva, que foi apresentada no dia 15 de março de 2011 na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e apontou a presença de pelo menos um tipo de agrotóxico no leite materno[viii] nas 62 mulheres pesquisadas, e em 85% dos casos foram encontrados entre 2 e 6 tipos. Ainda mais estarrecedor é que a substância com maior incidência é conhecida como DDE, um derivado de outro agrotóxico, DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano), proibido pelo Governo Federal[ix] em 1998 por provocar infertilidade no homem e abortos espontâneos nas mulheres.
A pesquisa teve como recorte espacial o município de Lucas do Rio Verde (MT), um dos maiores produtores de soja do Brasil. Mesmo com todos esses indícios de que o veneno faz mal à saúde, o governo, por exemplo, autorizou em Novembro elevar em dez vezes o limite máximo de resíduo (LMR) no cultivo do milho.
Pela gravidade das consequências geradas pelo uso de agrotóxicos, é fundamental melhorar o sistema de catalogação dos dados sobre intoxicações. Neste sentido, hoje existe o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, o SINITOX, que é ligado à Fiocruz, do Rio de Janeiro. A função do SINITOX é orientar as famílias, os agentes de saúde na forma de lidar com intoxicações. Eles são organizados em centros, não estão em todos os estados, que remetem as informações para o Rio de Janeiro. Mas eles não têm função de fazer um banco de dados. Já o Sistema de Informação de Agravos de Notificação, SINAN, é vinculado diretamente ao Ministério da Saúde, com o intuito de cadastrar os dados de intoxicações.
A maior abrangência e catalogação dos dados é fundamental para relacionar/comprovar os danos que são causados pelo uso de agrotóxicos, e assim, possibilitar uma maior conscientização da população em relação à qualidade dos alimentos que temos ingerido, mas possibilitar também ao Estado promover políticas públicas, em especial, voltadas para a saúde pública e a alimentação saudável da população.
5- Agrotóxicos e suas consequências
Como vimos anteriormente, a produção e a comercialização dos agrotóxicos no Brasil se concentra na mão de seis grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado dos agroquímicos.
Além de controlar a fabricação dos agrotóxicos, essas empresas também controlam a produção e comercialização de sementes e medicamentos, criando assim, um ciclo vicioso de consumo para gerar lucro, no qual a saúde da população não é o mais importante. Quanto mais veneno utilizado na agricultura, maior é a incidência de doenças e, consequentemente, maior será a utilização de remédios fabricados por essas mesmas grandes corporações do setor químico-farmacêutico, portanto mais lucro elas terão com a contaminação da população.
O modelo agrícola brasileiro revela uma grande contradição. Enquanto bate recordes seguidos de produtividade, contribuindo com cerca de 30% das exportações brasileiras, 40% da população brasileira sofre com a insegurança alimentar[x], segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A sociedade brasileira conta com 70 milhões de pessoas em estado de insegurança alimentar e com o consumo de apenas 1/3 de frutas, verduras e legumes necessárias a uma alimentação saudável, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). 
Dados sobre Agrotóxicos no Brasil
  • O Brasil é o campeão mundial em consumo de agrotóxicos. Em 2008, foram utilizados 673.862 toneladas de agroquímicos e a indústria química movimentou US$ 7,125 bilhões.
  • Mais de 1,5 milhão das 5,2 milhões de propriedades rurais do país utiliza agrotóxicos.
  • 1,396 milhão de estabelecimentos agrícolas utilizam herbicidas, fungicidas e inseticidas.
  • Cerca de 56% dos que recorrem a produtos químicos na agricultura não seguem orientação técnica.
  • 70,7% usaram pulverizador costal para aplicação de agrotóxicos, equipamento que apresenta maior potencial de exposição aos trabalhadores.
  • Em cerca de 20% das propriedades que aplicaram agrotóxicos não se utilizava equipamento de proteção.
  • Houve ao menos 25.008 casos de intoxicação de agricultores.
  • O pimentão é o alimento que apresenta maior índice de agrotóxicos. 64% das amostras analisadas por pesquisa da ANVISA apresentaram problemas.
  • Morango, uva e cenoura aparecem na sequência, com mais de 30% de resíduos cada.
  • Substâncias proibidas em muitas partes do mundo foram encontradas em abacaxi, alface, arroz, batata, cebola, cenoura, laranja, mamão, morango, pimentão, repolho, tomate e uva.
Fontes: Sindicato Nacional da Indústria de Defesa Vegetal (Sindag), Censo Agropecuário (IBGE), 2006.
Levantamentos do IBGE e do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindag), ambos de 2009, apresentam o crescimento de 4,59% da área cultivada no Brasil no período entre 2004 e 2008. Por outro lado, as quantidades vendidas de agrotóxicos, no mesmo período, subiram aproximadamente 44,6%.  Isso equivale a dizer que se venderam agrotóxicos num ritmo quase 10 vezes superior ao crescimento da área plantada no Brasil naquele período. Ao analisarmos a distribuição espacial do uso de agrotóxicos por estado fica evidenciada a relação entre agronegócio e agrotóxico. Vejamos o gráfico abaixo:
Gráfico 3: Uso de agrotóxicos por estado – Brasil 2009
Fonte: SINDAG, 2009.
Ao analisarmos o gráfico acima podemos constatar que os estados da federação com maior utilização de agrotóxicos (MT, SP, PR, RS e GO) são marcados pelo cultivo de monoculturas (por exemplo, a soja), transgênicos e dominados pelo agronegócio.
Segundo dados do Programa de Análise de Resíduo de Agrotóxico em Alimentos (PARA), da ANVISA, que analisou o índice de contaminação de alimentos em 26 estados brasileiros, chegou-se a dados alarmantes, vejamos os destaques abaixo:
  • Pimentão (80%)
  • Uva (56,4%)
  • Pepino (54,8%)
  • Morango (50,8%)
  • Couve (44,2%)
  • Abacaxi (44,1%)
  • Mamão (38,8%)
  • Alface (38,4%), além outras 12 culturas analisadas e registradas com resíduos de agrotóxicos.
 O fato é ainda mais preocupante, pois das 819 amostras que apresentaram ingredientes ativos (IAs) não autorizados, 206 amostras (25,1%) apresentaram resíduos que se encontram em processo de reavaliação toxicológica no Brasil. Desse universo, 32 amostras contém ingredientes ativos banidos ou nunca sequer registrados no Brasil, como o heptacloro, clortiofós, dieldrina, mirex, parationa-etílica, monocrotofós e azinfósmetílico.
 Todavia, é importante ressaltar que as culturas que mais utilizam agrotóxicos no país são justamente aquelas produzidas no modelo do agronegócio, cultivadas em grandes áreas de monocultivos e voltadas para a exportação (gráfico 2), como é o caso da soja, que é responsável por 47% do volume total de agrotóxicos comercializados no país.
 Gráfico 4:  Uso de agrotóxicos por cultura – Brasil 2009
Fonte: SINDAG, 2009.
Recentemente a senadora (ex-DEM e atualmente PSD) e presidenta da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, que representa os interesses dos ruralistas e do agronegócio, defendeu em discurso na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, que “o agronegócio deve continuar a produzir alimentos com venenos para os pobres, pois são mais baratos”. Já os pequenos agricultores, que se dedicam a produzir alimentos orgânicos, ou seja, sem venenos, devem continuar a produzir para que a elite brasileira (inclui-se nesse seleto grupo a própria senadora do agronegócio) possa continuar se alimentando com produtos saudáveis, que acabam por ser mais caros e não acessíveis a grande parcela da população.
 6- A agroecologia como alternativa?
 Segundo dados do IBGE, hoje o Brasil tem um total de 1,767 milhão de hectares cultivados com orgânicos. No ano passado, o setor faturou R$ 500 milhões, um crescimento de 40% em relação a 2009. Para 2011, a estimativa é de R$ 700 milhões.
 Segundo Sonia Stertz, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Paraná, a vantagem do alimento orgânico é o fato de ele ser mais nutritivo, seu consumo reduz a ingestão de substâncias químicas nocivas à saúde humana, além de diminuir o impacto ambiental e a qualidade de vida do agricultor.
 No entanto, é importante diferenciar agricultura agroecológica da agricultura orgânica; esta última se define como um sistema produtivo que evita o uso de agroquímicos e reguladores do crescimento. Segundo esta definição, diferentemente da agroecologia, um produto pode ser orgânico mesmo que não se levem a cabo práticas de conservação e não se minimizem a utilização de insumos externos. Portanto, pode-se dizer que se não existem sistemas agroecológicos que não sejam orgânicos, podem existir sistemas de produção orgânicos que não sejam agroecológicos.
Essa diferença nos faz ressaltar a maior adequação da agroecologia à agricultura familiar, ao passo que a produção orgânica pode sem grandes problemas adaptar-se a uma agricultura empresarial em larga escala, como mostram as experiências em curso de açúcar orgânico, café orgânico e, especialmente a criação do “boi verde” em grandes latifúndios.
Foi a partir do desdobramento de pesquisas realizadas na Europa e nos EUA que visavam a estudar os efeitos da agricultura convencional que surgem ainda na década de 1980 a agricultura regenerativa e a agroecologia, cuja preocupação geral estava em valorizar os aspectos socioculturais da produção agrícola (EHLERS, 1996). A agroecologia passou a se firmar como disciplina científica principalmente entre os pesquisadores norte-americanos e passou a ser fundamental na compreensão das complexas relações entre a agricultura e os ecossistemas.
Não por acaso, Miguel Altieri (Professor da Universidade da Califórnia em Berkley) é um dos maiores expoentes na constituição das bases cientificas da agroecologia, propondo que esta seja considerada como:
A ciência ou a disciplina científica que apresenta uma série de princípios, conceitos e metodologias para estudar, analisar, dirigir, desenhar e avaliar agroecossistemas, com o propósito de permitir a implantação e o desenvolvimento de estilos de agricultura com maiores níveis de sustentabilidade. A agroecologia proporciona então as bases científicas para apoiar o processo de transição para uma agricultura sustentável nas suas diversas manifestações e/ou denominações (ALTIERI, 2000, p. 56.).
Desse modo, Altieri (2000) aponta que os estudos agroecológicos davam conta de algo que a agronomia convencional não valorizava, a integração dos diferentes campos do conhecimento. Com isso, o crescimento da agroecologia foi de grande influência para o desenvolvimento do conceito de agricultura sustentável.
Numa aproximação maior com as Ciências Sociais e com enfoque no desenvolvimento rural, outra importante referência teórica para os estudos agroecológicos são os trabalhos de Eduardo Sevilla Guzmán[xi]. O referido pesquisador aponta que agroecologia constitui-se num campo de conhecimentos que promove o manejo ecológico dos recursos naturais, através de formas de ação social coletiva que apresentam alternativas à atual crise de modernidade, mediante propostas de desenvolvimento participativo desde os âmbitos da produção e da circulação alternativa de seus produtos, pretendendo estabelecer formas de produção e de consumo que contribuam para encarar a crise ecológica e social e, deste modo, restaurar o curso alterado da coevolução social e ecológica (GUZMÁN, 2002).
Com isso, podemos entender a agroecologia como uma ciência que nos permite compreender de forma mais profunda a natureza dos agroecossistemas e os princípios segundo os quais eles funcionam. Trata-se da integração de princípios agronômicos, ecológicos e socioeconômicos à compreensão e avaliação do efeito das tecnologias sobre os sistemas agrícolas e a sociedade como um todo (ALTIERI, 2000).
No entanto, mais do que um conjunto definido de práticas, a agricultura sustentável via agroecologia ainda hoje se constitui num anseio (apesar do crescimento de experiências agroecológicas pelo Brasil), num objetivo a ser alcançado e, portanto, para que se torne uma alternativa consistente ao modelo difundido pelo binômio Revolução Verde – Agronegócio, esta precisa trilhar um longo caminho no qual se devem aplicar esforços cada vez maiores no desenvolvimento de tecnologias apropriadas à valorização de ecossistemas complexos (EHLERS, 1996), para que não continuemos a constatar o agravamento dos danos socioecológicos, tais como o desflorestamento, a diminuição da biodiversidade, a perda de fertilidade dos solos e  aumento da erosão, a contaminação dos alimentos, das águas e dos homens do campo e da cidade por agrotóxicos etc.
Nesse sentido, a agroecologia carrega uma concepção mais abrangente do que as demais propostas alternativas para a agricultura, como a orgânica. Ela carrega em seu interior, além da preocupação com o equilíbrio de agroecossistemas [xii], uma crítica social bastante abrangente, que abarca a responsabilidade de tentar servir de alternativa para a busca de um novo caminho de desenvolvimento socioeconômico e ambiental.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Buscamos no decorrer deste artigo demonstrar o quanto é importante fomentar o debate sobre o uso (intensivo) de agrotóxicos na agricultura brasileira. Esse tema deve ser mais publicizado por diferentes setores da sociedade para que a população possa ter conhecimento dos malefícios que esses agroquímicos podem causar ao meio ambiente e à saúde das pessoas, e assim, discutir se querem uma agricultura dita produtiva com base em agroquímicos e máquinas ou uma agricultura alternativa com produção de alimentos sem o uso de insumos químicos. Por conta disso, defendemos que este tema seja tratado como de utilidade pública.
Para que se construa uma agricultura alternativa ao atual padrão tecnológico agropecuário é vital que o poder público nas suas diferentes esferas desenvolva políticas públicas de ampla envergadura voltadas aos agricultores familiares que em geral são os principais produtores de alimentos (sem agroquímicos) consumidos na dieta alimentar básica do brasileiro. Para isso, será fundamental reorientar as pesquisas e o desenvolvimento de tecnologia, notadamente, a partir de instituições públicas como a EMBRAPA e as EMATER, visando a conciliar segurança alimentar com a manutenção dos recursos naturais. No entanto, ainda que estas mudanças estejam distantes na atual conjuntura, importantes ações políticas e práticas têm sido realizadas por diferentes movimentos organizados da sociedade civil – no caso da publicização dos malefícios do uso dos agrotóxicos, destacamos a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida, que tem aglutinados pesquisadores, instituições públicas, sindicatos, movimentos sociais e outros segmentos sociais.
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*Professor de Geografia da Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro e de cursos preparatórios públicos e privados na mesma cidade. Licenciado em Geografia pela FFP-UERJ, Pós-graduado (Lato Sensu) em Políticas Territoriais no Estado do RJ (IGEO-UERJ) e Mestre em Ciências Sociais – Desenvolvimento, Sociedade e Agricultura pelo CPDA/UFRRJ.
Saiba Mais
INCA – Instituto Nacional de Câncer. Vigilância do câncer ocupacional e ambiental. Rio de Janeiro: INCA, 2005.
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[i] Os alimentos transgênicos são aqueles que tiveram genes estranhos, de qualquer outro ser vivo inseridos em seu código genético. O processo consiste na transferência de um ou mais genes responsáveis por determinada característica num organismo para outro organismo ao qual se pretende incorporar esta característica. Pode-se, por exemplo, com essa tecnologia, inserir genes de porcos em seres humanos, de vírus ou bactérias em milho e assim por diante. Quase todos os países da Europa têm rejeitado os produtos transgênicos.  As sementes transgênicas são patenteadas pelas empresas transnacionais que as desenvolveram. Quando o agricultor compra essas sementes, ele assina um contrato que o proíbe de replantá-las no ano seguinte, comercializá-las, trocá-las ou passá-las adiante. Para maiores informações ver – Campanha “Por um Brasil Livre de Transgênicos”. A título de informação, destacamos que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a liberação comercial do feijão transgênico desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esse é o primeiro organismo geneticamente modificado totalmente produzido por uma instituição nacional e o primeiro feijão transgênico do mundo.
[ii] Para mais informações sobre a disponibilidade de recursos para o PRONAF, sugerimos consultar o site do Ministério do Desenvolvimento Agrário (www.mda.gov.br) ou Em cacheo artigo: “O PRONAF e o Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/12: Notas sobre a distribuição dos recursos” de Marcus Peixoto, publicado no Núcleo de Estudos e Pesquisas do Senado e disponível em http://www.senado.gov.br/senado/conleg/Boletim_do_Legislativo/Boletim_n.8_Marcus_Peixoto.pdf.
[iii] http://www.sbt.com.br/defrentecomgabi/entrevistas/
[iv] É um dos dois filamentos interligados, formado pela duplicação de um cromossomo durante os processos de divisão da célula.
[v] Refere-se ao processo de formação do câncer.
[vi] Sobre esse tema sugerimos também os trabalhos da pesquisadora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, Raquel Rigotto; de Wanderley Pignati, da UFMT em Lucas do Rio Verde; Silvana Rubatto (ENSP/Fiocruz); Fernando Ferreira Carneiro e Vicente Soares e Almeida, do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), entre outros.
[vii] Esta pesquisa foi noticiada pelas principais emissoras de televisão nacional e gerou inúmeras reportagens tanto da mídia televisiva quanto da escrita. Sobre a repercussão desse caso sugerimos o assistir o vídeo com a reportagem em: http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000412545.
[viii] É necessário levar em consideração que o uso de agrotóxico na área estudada era cinco vezes maior do que a média nacional, o que pode ter acarretado uma contaminação generalizada. Os dados da pesquisa são preocupantes, no entanto, é fundamental ratificar que se trata ainda de um caso particular, sendo o aleitamento materno, de acordo com recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, primordial para o pleno desenvolvimento do bebê, pois ele contém  proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água,  protegendo  o bebê de certas doenças e infecções, com isso, até os 6 meses o bebê não precisa de nenhum outro alimento.
[ix] O agrotóxico precisa ser registrado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
[x] A grosso modo, refere-se a falta  acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras da saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentáveis. Segundo o CONSEA, as situações de insegurança alimentar e nutricional podem ser detectadas a partir de diferentes tipos de problemas: fome, obesidade, doenças associadas à má alimentação e consumo de alimentos de qualidade duvidosa ou prejudicial à saúde. Para informações mais detalhadas sugerimos consultar o site do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricionalhttp://www.planalto.gov.br/consea.
[xi]Eduardo Sevilla Guzmán é agrônomo, doutor em sociologia, professor catedrático e diretor do Instituto de Sociologia y Estudios Campesinos da Universidade de Córdoba (ISEC), Espanha. Desde 1985 o ISEC, sob inspiração e direção do professor Sevilla, promove estudos que se realizam no contexto de diversos programas de pesquisa para a Comissão das Comunidades Europeias, para a Comissão Interministerial de Ciência e Tecnologia da Espanha e para a Junta da Andaluzia em diversas modalidades. Em 1991, Eduardo Sevilla, à frente do ISEC, organizou o Programa de Doutorado em “Agroecologia, Sociologia e Desenvolvimento Rural Sustentável”, no qual passam a atuar grupos de pesquisadores da América Latina e Europa.
[xii] É um ecossistema com presença de pelo menos uma população agrícola. Portanto, pode ser entendido como uma unidade de trabalho no caso de sistemas agrícolas, diferindo fundamentalmente dos ecossistemas naturais por ser regulado pela intervenção humana na busca de um determinado propósito.

Uma resposta para “O Brasil envenenado: alimentos para a vida ou para a morte?”

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

CANCER A DOENÇA LUCRATIVA

NOTA DE MARLUES
COMEMOS MAU PORQUE COMEMOS ALIMENTOS COM ALTOS INDICES DE TOXIDADES
DORMIMOS MAU POIS O STRESS DO DIA DIA ACABA INVALIDANDO NOSSO SONO EU TIRO POR MIM TRABALHO EM UMA ESCALA DE CARGA HORARIA 12 POR 36 POREM NOS ULTIMOS 40 DIAS SO DORMI EM CASA 2 DIAS PARA PODER AJUDAR MEU LOCAL DE TRABALHO E APROVEITEI O ENSEJO PARA AUMENTAR MINHA RENDA NESTES PERIODO.
VIVEMOS SOBRE PRESSAO SOCIAL,PERSONAL E FISICA A ESPIRITUAL É A UNICA QUE PODEMOS CONTAR COM O APOIO DO NOSSO CRIADOR QUE NOS MANTEM DE PÉ
ESTAMOS SUJEITOS A TODAS ESTAS COISAS NAO POR ESCOLHA MAS POR QUE O SISTEMA HUMANO QUE É NOSSO MAIOR INIMIGO NOS MANTEM PRESOS A SUAS GARRAS MAQUIAVELICAS.
EU CREIO PIAMENTE QUE 40% DE TODAS NOSSAS DESGRAÇAS E LAZARENTICES
VEM DE SATANAS POREM 60% COM TODA CERTEZA VEM DOS DA NOSSA PROPRIA ESPECIE O HOMEM.
COMO NOS ENSINA AS ESCRITURAS O HOMEM É UM VERME INVENTOR DE MALES 
PREGA A PAZ MAS PREPARE-SE PARA GUERRA
A ORGANIZAÇÃO DAS NAÇOES UNIDAS A O.N.U  NO PAPEL JA RESOLVEU OS PROBLEMAS DO MUNDO  TODO,MAS NA PRATICA DO NOSSO DIA A DIA É UMA UTOPIA .
INFELISMENTE NOS ULTIMOS DOIS MESES PERDI DOIS AMIGOS COM ESTA FARSA QUE JA PODERIA TER SIDO BANIDA DA FACE DA TERRA O CANCER E NO ULTIMO MES MINHA IRMA E MINHA TIA FORAM DIAGNOSTICADAS COM CANCER MALIGNOS.
O QUE FALAR ? O QUE FAZER ? ORAR SIM CONFORMAR-SE JAMAIS,EM OUTROS TEMPOS SIM MAS AGORA QUE JA SAI DO CONDICIONAMENTO DA MATRIX.
OUÇO,VEJO,FALO POREM SEI QUE TUDO ESTA ENVOLTO DE UMA GIGANTESCA MANIPULAÇÃO DA QUAL TODOS SOMOS VITIMAS E ALVO.
JA POSTEI VARIOS OUTROS ARTIGOS SOBRE O CANCER A SUA CURA POREM NADA MUDOU E NAO VAI MUDAR.
QUEM FATURA COM A INDUSTRIA DO CANCER ??????????
AS RELIGIOES,OS GOVERNOS,AS CLASSES MAIS FAVORECIDAS,OS MEDICOS,OS SISTEMAS LABORATORIAIS,E COM TUDO E SOBRE TUDO AS INDUSTRIAS FARMACEUTICAS.
LEIA O ARTIGO ABAIXO E TIRE SUAS CONCLUSOES 

O que a indústria de câncer não quer que você saiba
Eles nos dizem que a quimioterapia salva vidas, aumenta a taxa de sobrevivência a longo prazo e não danifica as células saudáveis. Todas essas reivindicações da indústria do câncer são falsas.
Veneno mata indiscriminadamente - ele sempre foi e sempre será. Enquanto danificar as células saudáveis, quimioterapia actualmente provoca a secreção de uma proteína que mantém o crescimento do tumor e a sua resistência a um outro tratamento.
É isso mesmo ... a quimioterapia vai realmente estimular o crescimento do câncer e tratamento do câncer é a principal causa de cânceres secundários.

Atrás de vacinas, medicamentos, diagnósticos e terapias, odontológico, psiquiátrico e praticamente todas as pesquisas médicas, é uma indústria e uma fonte de lucro para as empresas.
A indústria do câncer está mostrando uma ironia particular, porque cancerígenos são fabricados por divisões das mesmas corporações multinacionais cujas filiais construir scanners e equipamentos utilizados para o diagnóstico de câncer, desenvolver drogas que são usadas quimioterapia e aqueles que damos para evitar recorrências. Em que realidade em que vivemos, onde os únicos meios aceitáveis ​​de tratamento do câncer são cortados, veneno e irradiar?

A indústria do câncer destruídos ou marginalizados remédios seguros e eficazes, promovendo os seus próprios medicamentos patenteados, caros e tóxicos que fazem mais mal do que bem.

Nenhum produto quimioterapia nunca foi realmente curado ou resolvidas as causas de câncer.
tratamentos de quimioterapia consideradas pela medicina tradicional como um "sucesso" gerir apenas os sintomas, geralmente à custa de interferência com outros funções fisiológicas importantes que geram efeitos colaterais mais cedo ou mais tarde. Não há nenhuma droga que não tem efeitos colaterais.

Quimioterapia e radiação pode matar o câncer, mas eles também vão matar

A quimioterapia é cheio de efeitos negativos, após o tratamento. A maioria dos agentes nas drogas quimioterápicas entrar no cérebro e podem directamente ou indirectamente, induzir uma série de alterações agudas e tardias no sistema nervoso central. Estes efeitos podem durar por anos antes de se dissipar ou, no caso de crianças pequenas, continuam na idade adulta.

A taxa de sobrevivência a longo prazo dos pacientes de quimioterapia são grandemente exagerada, porque a maioria destes pacientes acabam por morrer de doenças não relacionadas com o cancro do original, mas relacionado com o tratamento.

Produtos quimioterapia (especialmente agentes alquilantes), são conhecidas por causar outros cancros, incluindo leucemia, e muitos desses fármacos que se enquadram nesta categoria. Os agentes alquilantes danificar directamente o ADN em todas as células.
Estes agentes não são específicos de uma fase, em outras palavras, elas são activas em todas as fases do ciclo celular. Como estas drogas danos no ADN, que podem prejudicar a medula óssea a longo prazo e, por conseguinte, afectar a imunidade futuro.
Com estes produtos que estão em risco de desenvolver um cancro secundário em baixo ruído, mas o seu diagnóstico é inevitável. Estudos indicaram que o risco começa a aumentar de cerca de dois anos após o tratamento, que é o maior entre os 5 e os 10 anos. Esta é a razão da morte de doentes com quimioterapia entre 10 e 15 anos após o tratamento.

A radioterapia também podem aumentar o risco de desenvolvimento de cancro na maioria das pessoas. Variedades de cânceres secundários com radioterapia são vastas, mas consistem principalmente leucemias e sarcomas.
Esses casos geralmente acabam após a exposição à radiação, com um risco máximo cinco a dez anos depois. Mais uma vez, a maioria dos pacientes submetidos à radioterapia desenvolver cancros secundários relacionados com o tratamento e não como uma consequência do câncer de origem.
Tipos de câncer induzido pela radiação dispararam nos últimos vinte anos, porque tem havido um ressurgimento deste tipo de tratamento, muitas vezes após a quimioterapia.

Outros tipos de câncer também estão ligados à radioterapia. Os tumores podem desenvolver no local da exposição à radiação ou estreita, mesmo uma década ou mais após o tratamento.
Estes riscos parecem ser mais elevada em certas áreas do corpo, tais como cancro da mama e da tiróide. Em alguns casos, a idade no momento da radioterapia vai desempenhar um papel.Pacientes jovens com câncer de mama por exemplo, são mais propensos a desenvolver um câncer secundário raios terapia que os pacientes idosos.

Médicos denunciam a indústria do câncer

Dr. Robert Atkins disse uma vez que existem vários tratamentos para o câncer, mas não há dinheiro nele. Eles são naturais, eficaz e barato, eles não contêm nenhum produto caro, mas exigem grande auto-disciplina por parte dos pacientes. Leva milhões para financiar os exames laboratoriais e testes clínicos necessários para fazer uma nova droga contra o câncer que pode ser patenteado e vendido.
Tem-se dito que a chave para o sucesso no negócio da saúde é fazer com que um grande truque que vai dar vida aos doentes. Pense em todas as pessoas cujos exames de sangue eram ruins, que permaneceram em uso de medicação para matá-los, para uma breve medicamento tomado com as próximas mudanças na dieta e estilo de vida, teria reduzido de saúde sem medicação.

De acordo com Dr. John Diamond, "Um estudo de mais de 10 mil pacientes mostra claramente que o chamado excelente história de quimioterapia no linfoma (câncer dos glóbulos brancos ou linfoma) doença são falsas. Pacientes que se submeteram a quimioterapia eram 14 vezes mais chances de desenvolver mais propensos a desenvolver câncer ósseo e leucemia seis vezes, juntas, mais suave do que os pacientes que não se submeteram tecido quimioterapia."

Dr. Glenn Warner, que morreu em 2000, foi um dos maiores especialistas em câncer nos Estados Unidos. Ele usou tratamentos alternativos com grande sucesso. Falando de tratamento do câncer no país, ele disse: "Nós temos uma indústria de bilhões de dólares matando pessoas apenas para o ganho financeiro. Sua idéia da pesquisa é verificar se duas doses desse veneno é melhor do que três doses do veneno ".

Dr. Alan C. Nixon, ex-presidente da American Chemical Society, escreveu: "Como um químico treinado para interpretar os dados, acho que é incompreensível que os médicos podem ignorar a evidência de que a quimioterapia faz muito mais mal do que bem."
E de acordo com Dr. Charles Mathe, especialista em câncer francês, "... se eu tinha câncer, eu nunca ir em um centro de tratamento convencional do câncer. Apenas as vítimas de câncer que vivem longe de tais centros têm uma chance. "

Dr. Allen Levin disse: "A maioria dos pacientes com câncer neste país morrem de quimioterapia.A quimioterapia não elimina mama, cólon ou câncer de pulmão. Isso está documentado por mais de uma década, mas os médicos ainda usar quimioterapia para estes tumores.
"Em seu livro, "O tema do Câncer: quando temos de acabar com a matança" , Dick Richards citou vários estudos de autópsia mostram que pacientes com câncer que morreram por causa dos tratamentos convencionais antes que o tumor tem teve a chance de matá-los.

Como a quimioterapia estimula o crescimento do câncer

Os investigadores testaram os efeitos de um tipo de quimioterapia em amostras de tecido a partir de homens com cancro da próstata e encontrou "evidência de danos no DNA" em células saudáveis ​​após o tratamento, os cientistas escreveu Nature Medicine .

Quimioterapia funciona inibindo a replicação das células de divisão rápida tais como as encontradas em tumores.

Os cientistas descobriram que células saudáveis ​​danificadas por quimioterapia secretado mais de uma proteína chamada WNT16B, que estimula a sobrevivência da célula cancerosa ( ver artigo aqui do BBB sobre este assunto ).

"O aumento de WNT16B foi completamente inesperado", disse à AFP o co-autor do estudo de Peter Nelson Research Center Câncer Fred Hutchinson, em Seattle.

A proteína foi absorvido pelas células tumorais vizinhas de células danificadas.

"WNT16B quando é secretada, as células tumorais interagem com parentes e iria crescer, se tornar invasoras e, mais importante, torná-lo resistente à suíte terapia", disse Nelson.

No tratamento do cancro, tumores, muitas vezes respondem bem inicialmente, em seguida, segue uma rápida proliferação e, finalmente, uma resistência a seguir a quimioterapia.

foi mostrado que a taxa de reprodução de células cancerosas acelerada entre os tratamentos.

"Os nossos resultados indicam que as respostas de dano nas células benignas ... pode contribuir directamente para acelerar a actividade de crescimento do tumor", a equipe escreveu.

Os pesquisadores disseram ter confirmado suas descobertas sobre tumores de câncer de mama e câncer de ovário.

Pacientes com câncer incurável a promessa de um melhor acesso a drogas que podem durar toda a oferta de alguns meses extras ou anos de vida, mas muitos médicos foram obrigados a tornar-se mais cauteloso para um curso de tratamento para estes doentes terminais porque a quimioterapia muitas vezes pode fazer mais mal do que bem, apoiado pelo estudo do conselho de Nelson.

90% dos pacientes submetidos a quimioterapia sofrem efeitos fatais

O NCEPOD (Confidential Enquiry nacional em resultado do paciente e da Morte), disse que mais de quatro em cada 10 pacientes que receberam quimioterapia, no final de suas vidas sofreram efeitos fatais pelo uso de drogas e que o tratamento era "inadequada" em cerca de um quinto dos casos.

No geral, quase 90% dos pacientes que foram administradas quimioterapia morrer dentro de 15 anos, ou cânceres secundários ou imunes direto comprometido com o resultado do tratamento. Combinado quimioterapia e radiação são as principais causas de cancros secundários em todo o mundo.

Houve um aumento de 68% na utilização de produtos de quimioterapia desde 2003, e apesar do enorme aumento na incidência de cancros desde os factores de risco (de acordo com a indústria de cancro) para cancros primários e lado são sempre devido ao tabaco, álcool, exposição ocupacional e os determinantes genéticos. O tratamento ou diagnóstico de cancro não é mencionado como a causa de cancros primários ou secundários.

O câncer é a principal causa de doença e se olharmos para o futuro, as tendências recentes nas principais cânceres globais, a carga de câncer aumentará de 22 milhões de novos casos a cada ano até 2030. Isso representa um aumento de 75% em relação a 2008.

Mais da metade de todos os pacientes com câncer sofrem de toxicidade significativa relacionada com o tratamento. Ela também pode causar infecções graves ou pacientes podem simplesmente morrer de câncer.

Quando questionado sobre como melhorar a resposta e o resultado do paciente, Nelson disse, "alternativamente, pode ser possível utilizar doses mais baixas e menos tóxicas de terapia".

Em resumo, a quimioterapia destrói praticamente todas as células e do corpo antes de participar do câncer real. Isso significa que o seu sistema nervoso central, órgãos e do sistema imunológico (para citar alguns) são todos comprometidos até anos após a interrupção do tratamento. Lembre-se do que foi dito sobre a quimioterapia que faz um trabalho melhor no longo prazo em matar o câncer.

A quimioterapia causa a morte de células do cérebro muito tempo depois do fim do tratamento e pode ser uma das causas biológicas subjacentes dos efeitos colaterais cognitivos - ou "cérebro químico" - em que a de muitos pacientes com câncer.

Tratamento convencional do câncer é uma decepção enorme e caro - um não-tratamento que adoece e mata mais pessoas que não "curar". Ela nunca pode curar qualquer coisa, porque envenena o corpo, fazendo apenas levar a outras doenças mais tarde.

A questão [ou não a quimioterapia realmente prolonga a vida, nota do editor] provavelmente não pode ser respondida. Em estudos clínicos, os fabricantes sempre comparar os seus novos produtos com venenos celulares anteriores. Não há um grupo de controlo que não receberam nenhum tratamento.

Para ser admitido no mercado, é só pegar uma vantagem "estatisticamente significativo" em um pequeno grupo de cuidadosamente selecionados em comparação com pacientes tratados com um veneno celular aprovado testes assunto. 
Traduzido por BBB

Fonte: Waking times

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

MAÇONS DENUNCIADOS NOS E.U.A.



Maçons denunciados na tribuna da Câmara dos Deputados dos EUA

Julio Severo
Foi preciso Dianne Reidy, estenógrafa da Câmara dos Deputados dos EUA, para denunciar os maçons. Ela não tinha nenhum direto de usar o microfone da Câmara dos Deputados para falar o que os deputados americanos nunca falaram, e os meios de comunicação disseram que ela “ficou fora de si.” A rede noticiosa Fox News disse que o que aconteceu hoje, 17 de outubro, é muito estranho.
Reidy disse: “Não se deixem enganar. De Deus não se zomba. Uma Casa dividida não pode ficar de pé. Ele não permitirá que zombem dEle. Ele não permitirá que zombem dEle. Ele não permitirá que zombem dEle. A maior enganação aqui é que está nação não está sob Deus. Nunca esteve. Se tivesse estado, a Constituição não teria sido escrita por maçons… indo contra Deus. Vocês não podem servir dois mestres. Vocês não odem servir dois mestres. Louvado seja Deus, Senhor Jesus Cristo.”
Reidy foi levada a um hospital local para avaliação, considerando sua conduta fora do comum, que muitos notaram estava completamente fora do normal da estenógrafa. Ela foi também entrevistada pela polícia, mas não há expectativa de que ela seja processada.
“Ela é uma pessoa muito conhecida, ela é uma pessoa perfeitamente legal, uma boa colega, alguém que é respeitável e confiável, e todo mundo que trabalha com ela está surpreso com isso,” disse no ar Dana Bash, repórter da CNN.
Para os meios de comunicação, foi apenas loucura. Mas fico tentando imaginar se havia Alguém por trás disso:
“Para envergonhar os sábios, Deus escolheu aquilo que o mundo acha que é loucura; e, para envergonhar os poderosos, ele escolheu o que o mundo acha fraco.” (1 Coríntios 1:27 BLH)
Com informações do Christian Post.
Versão em inglês deste artigo: Free Masons Denounced on House Floor
Versão em espanhol deste artigo: La Masonería es Denunciada en el Congreso Americano
Leitura recomendada:

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

MAÇONARIA E MAFIA TUDO HAVER


MAÇONARIA E GUILHOTINA




      DOUTOR

   JOSE INACIO GUILHOTIN

MAÇON INVENTOR DA ARMA DE EXECUSÃO GUILHOTINA

FOI MORTO EM SUA PROPRIA INVENÇÃO

QUANDO QUEBROU SEUS LAÇOS COM A MAÇONARIA

POREM ELA não ACEITOU E MANDOU

EXECUTA-LO.ESTA É A PAGA DESTA ORDEM POR

                              SEUS SEGUIDORES.

COMPARE COM APOCALIPSE 20-04

E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes

dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles

que foram degolados pelo testemunho de Jesus,

e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta,

nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas

testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram

com Cristo durante mil anos.

MAÇONARIA - E SUAS CO-IRMÃS AS SOCIEDADES SECRETAS